«

»

mai
25

Conheça a Lei da Palmada

Acordo entre Brasil e ONU

A criação de lei para proteger crianças e adolescentes de castigos físicos foi acordada entre Brasil e ONU (Organização das Nações Unidas), em virtude da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aprovada em 20 de novembro de 1989 pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Atualmente, 32 países proíbem tal prática.
Em 2010, o Executivo enviou o Projeto de Lei 7672, conhecida como Lei da Palmada, para ser apreciado na Câmara dos Deputados.

Campanhas educativas e atendimento à família

A Lei da Palmada dá o direito a crianças e adolescentes de serem criados e educados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante. Para isso, serão realizadas campanhas educativas cujo objetivo será orientar os adultos sobre os malefícios à saúde física e mental trazidos pelo uso da violência na educação. Além disso, adultos que cometem agressões reiteradas e as vítimas terão atendimento psicossocial. Sem interferência no lar! Sem punição aos pais!

Trâmite

A deputada Teresa é a relatora da Lei da Palmada

Em dezembro de 2011, a Lei da Palmada, que tem a deputada Teresa Surita (PMDB) como relatora, foi aprovada em Comissão Especial na Câmara dos Deputados. Após isso, seis deputados ingressaram com recursos para que a norma fosse votada em Plenário. Ciente de que, caso fosse a Plenário, ficaria esquecida, a relatora trabalhou e conseguiu derrubar estes recursos.
O PL 7672 encontra-se atualmente na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e seguirá em breve para o Senado.

O que diz a ciência…

Há mais de 20 anos a ciência estuda os efeitos dos castigos físicos em crianças e adolescentes. Os resultados indicam que apanhar faz mal para o desenvolvimento psicológico deste grupo. A psicóloga Joan Durrant, da Universidade de Manitoba, e o assistente social Ron Ensom, do Hospital Infantil de Eastern Ontario, ambos pesquisadores canadenses, analisaram vários estudos sobre o tema. Segundo eles, nenhuma destas pesquisas comprovou que punir fisicamente tem efeito positivo. Pelo contrário! A maior parte dos estudos constatou efeitos negativos, tais como depressão, ansiedade e vícios, que podem começar na infância e se estender para a vida adulta.

Redução do QI…

Outra pesquisa que comprova a ineficácia da violência na educação de crianças e adolescentes foi publicada no Canadian Medical Association Journal. Vulnerabilidade a vícios em drogas e álcool e a doenças psicológicas, como depressão e ansiedade, e tendência a resolver conflitos com violência são apenas alguns dos malefícios que uma educação baseada na violência acarreta.
Porém, o resultado mais inusitado foi a constatação de que bater reduz o QI (quociente de inteligência).

Problema de saúde pública

A violência doméstica contra criança e adolescente é considerada problema de saúde pública pelo Ministério da Saúde. E não é à toa! Segundo um levantamento inédito baseado no sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) deste órgão, divulgado no fim de maio de 2012, a violência física é a mais comum na faixa etária de 10 e 19 anos.
Os números falam por si só! Confira!

E você? É contra ou a favor da Lei da Palmada? Comente!

Posts relacionados:

    -Você conhece a Lei da Palmada?
    -“Lei da Palmada”: Teresa fala ao SBT Brasil
    -Em palestra na UFRR, Teresa esclarece Lei da Palmada a universitários
    -Lei da Palmada será tema de palestra na UFRR
    -“Criança precisa de limites. Mas não o limite da pancada”, diz relatora da “Lei da Palmada”

101 comentários

  1. Daniela Melo disse:

    Prezada Relatora,

    Me interesso pelo assunto e inclusive estou fazendo meu TCC sobre a Lei da Palmada, na qual defendo ser contra a aprovação da lei.

    Acredito que a lei não terá eficácia em nosso ordenamento, por mais que sua inteção seja de mera educação aos pais, pois para isso, já temos previsões no ECA sobre o uso de castigo imoderado pelos pais ou responsáveis, bem como tratamento psicosocias para a criança e o agressor.

    Lhe pergunto quais seriam as intenções dessa lei:

    Será como que o poder público irá fiscalizar a privacidade familiar?
    Como poderá medir o que é certo ou errado, a moral da imoral, da ponderado para o exagerado? É muito subjetivo.

    Se possível, gostaria que entrasse em contato por email (ddaniela85@gmail.com) e me ajudasse a concluir meu trabalho do curso de direito que deposito no dia 15/06/2012.

    Obrigada, Daniela.

    1. Equipe Blog disse:

      Daniela,
      Obrigado pela visita ao blog!
      Parabéns pela escolha do tema para o seu Trabalho de Conclusão de Curso!
      Seus questionamentos foram respondidos em e-mail enviado ao endereço eletrônico informado.
      Esperamos ter ajudado você!

      Após mais de quatro meses de discussão em Comissão Especial da Câmara dos Deputados com entidades defensoras dos direitos de crianças e adolescentes, governo, políticos, vítimas de violência doméstica e especialistas, a deputada Teresa Surita apresentou um substitutivo que foca em orientação aos adultos para promover no Brasil uma cultura onde castigos físicos não sejam mais tolerados.

      O diálogo é a principal e deve ser a única ferramenta utilizada na educação de nossas crianças e adolescentes!

      Foi por meio da educação que nosso país conseguiu sensibilizar a população quanto à importância do uso do cinto de segurança. É também por meio da educação que o país está reduzindo o número de fumantes.

      Os adultos têm o direito de serem informados sobre as desvantagens que uma educação baseada na violência traz à criança e ao adolescente.

      Eles também têm o direito de saberem que o diálogo é eficaz para promover a educação de nossas crianças e adolescentes.

      Sugerimos alguns textos que enriquecerão nosso debate, além de fornecerem mais informações sobre o assunto em discussão.

      Você conhece a Lei da Palmada?” ~> http://www.teresasurita.com/2012/02/voce-conhece-a-lei-da-palmada.html

      Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

      Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

      Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html

      Conheça o substitutivo ao PL 7672/10 ~>
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

      Um abraço!

    2. Maria Roseli de Jesus Silva disse:

      Presta atenção,eu na minha vida inteira só levei um tapa muito bem dado pelo meu pai,isso porque foi dormindo respondi mal a ele,resultado,acordei com um tapa no rosto. Tinha muito medo de levar outro e por isso nunca mais respondi nem fiz nada que fosse digno de apanhar..

      1. Equipe Blog disse:

        Maria Roseli,

        A deputada Teresa acredita que o diálogo é a principal e deve ser a única ferramenta utilizada na educação de nossas crianças e adolescentes.

        Obrigado pela visita ao blog e por seu comentário.
        Um abraço!

    3. Gabriela Pinto de Oliveira disse:

      Prezada Relatora,

      Primeiramente parabenizo os deputados pela iniciativa da lei. Sou estudante de direito e escolhi este tema para fazer meu trabalho de conclusão de curso. Meu contato inicial com o assunto foi a partir do seu blog e de suas entrevistas.

      A minha questão inicial é: Se já existe a convicção de que o Estado não deve e nem terá meios de fiscalizar o núcleo familiar, de modo que a Lei será educativa e prestara auxílio psicológico e psiquiátrico aos pais nos casos em que a violência for grave, não seria melhor apenas criar campanhas publicitárias para conscientizar a população das consequências que as agressões podem gerar no desenvolvimento das crianças?

      Assim como as musiquinhas que tocam na televisão sobre não fazer xixi em lugares públicos, e as advertências sobre os riscos do tabagismo, o mesmo poderia ser feito para mudar a cultura brasileira. O povo não aceitará uma lei que determine a forma como as crianças e adolescentes deverão ser educados. Aqui, não se deve impor, mas convencer!

      E mais, o apelido deste projeto de lei foi infeliz demais, não seria o caso de renomeá-lo? A primeira impressão que se tem é de que a mera palmada será punida penalmente.

      Gostaria de saber quais as consequências penais para os pais que violentam seus filhos. Com a “lei da palmada” os castigos serão considerados tipos penais? O Código penal já tipificou a violência doméstica e também os maus tratos contra incapazes, com a lei da palmada haverá uma pena maior?

      Faço estas perguntas pois a partir do seu blog o projeto de lei me pareceu minimalista, restringindo-se a campanhas educativas e acompanhamento dos pais e crianças.

      Quais as consequências penais? O que ocorrerá com o pai que diante do acompanhamento psiquiátrico continua espancando seu filho (além, é claro, das consequencias já existentes independente da Lei da Palmada?

      Como a lei funcionará?

      Desde já, obrigada.
      Se possível, gostaria de resposta por email: gabioliveira_ps@hotmail.com

      1. Equipe Blog disse:

        Gabriela,

        Teresa Surita assumiu no dia 1° de janeiro a Prefeitura de Boa Vista. Desta forma, ela não é mais a relatora do Projeto de Lei 7672/10.
        Sugerimos que acesse a página da medida no site da Câmara dos Deputados para acompanhar o andamento ~> http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=483933

        Abaixo, há textos que podem tirar suas dúvidas. Inclusive, nos comentários deles esses questionamentos já foram sanados.

        Um abraço!

        “Você conhece a Lei da Palmada?” ~> http://www.teresasurita.com/2012/02/voce-conhece-a-lei-da-palmada.html

        “Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

        “Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

        “Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html

        Conheça o substitutivo ao PL 7672/10 ~>
        http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

        Um abraço!

  2. Vivian disse:

    Eu discordo dessa lei.
    Eu tenho 16 anos e quando eu era menor sempre que eu aprontava minha mae dava uma palmadinha, e eu nunca fiquei com magoa dela e muito menos traumatizada. Uma palmada educa sim, espancamento nao…
    Se a crianca nao tiver disciplina o que ele vai ser no futuro? Eh melhor apanhar dos pais hoje do que da policia amanha!
    Mas eh bom lembrar que a educacao tambem comeca com um bom dialogo…
    Bjs!

    1. Equipe Blog disse:

      Vivian,
      Obrigado pela visita ao blog!
      Parabéns por buscar informações sobre um assunto tão importante.
      Geralmente, não temos muitos comentários de pessoas com sua idade.

      Gostamos muito da sua última frase: “a educação também começa com um bom diálogo”.
      Você está correta quando afirma isso. Inclusive, um dos focos da Lei da Palmada é exatamente este: realizar campanhas educativas nacionais para educar os adultos sobre a importância do diálogo na educação de nossas crianças e adolescentes.
      Temos experiências vitoriosas! As campanhas para o uso do cinto de segurança e redução do número de fumantes são baseadas na educação e têm surtido efeito positivo.

      Sugerimos alguns textos que enriquecerão nosso debate, além de fornecerem mais informações sobre o assunto em discussão.

      Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

      Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

      Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html

      Conheça o substitutivo ao PL 7672/10 ~>
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

      Um abraço!

  3. Renato disse:

    Primeiramente vamos deixar uma coisa bem clara: Há diferença entre palmada e espancamento. E para espancamento, que tambem pode ser chamado de “maus tratos” já existe uma lei que puna isso.

    A palmada desde os primórdios sempre foi essencial para corrigir uma criança. Eu sou testemunha disso, e confesso que quando criança pensava como criança, agia como criança e não entendia as ordens de meus pais. Só depois de uma bela palmada é que eu pensava direito naquilo. Métodos de tapete e conversas bobas como: “mamãe ficou triste com isso que você fez”, não dá certo para uma criança que não tem limites. A criança pode até refletir por um rápido momento, mas vai esquecer facilmente pois seu cérebro é muito pouco desenvolvido.

    Por favor, sejamos realistas. Não vamos entrar nessa bobagem de que toda criança que apanha vira um marginal ou um serial killer revoltado no futuro. Pro inferno esses psicólogos.
    Hoje em dia é impressionante. Tudo não pode, tudo faz mal e tudo é errado. Uma piada vira caso de processo na justiça aqui no Brasil. Sinceramente, deplorável… Eu andava descalço na rua e tomava aqueles suquinhos e não morri por isso, eu comi muita porcaria, levei muita palmada, fui zoado na escola e isso não era bulling. Hoje vivemos num mundo tão babaca.

    Acontece que é importante salientar que muitos pais não tem limites e acabam por espancar a criança. Daí entramos na questão do começo do texto. Punição pela justiça.

    É preciso saber dar palmada.

    Mas afinal então qual é a diferença da palmada e do espancamento?

    Penso que é simples, Palmada, é bater na bunda. Com a mão ou de chinelo. E porque a bunda? Porque a bunda arde e não é humilhante. E juntamente com a palmada tem que vir a conversa e disciplina de porque que apanhou.

    Espancamento é bater sem limites, em qualquer lugar, na cara, na cabeça, com qualquer coisa que encontrar pela frente e sem disciplina, sem explicar a criança porque apanhou. E é feito geralmente por pessoas descontroladas que não sabem ser pais, não sabem ter diálogo e impor as ordens da casa.

    Enquanto a palmada é um método de correção da qual a criança vai pensar que aquilo é realmente errado e que se fizer de novo terá mais palmada na bunda.

    O espancamento é humilhante por apanhar em lugares de honra e integridade do ser humano e também pelo fato de a criança não entender os reais motivos pelo qual apanhou.

    Essa é a minha opinião.

    1. Equipe Blog disse:

      Renato
      Obrigado pela visita ao blog!

      Após mais de quatro meses de discussão em Comissão Especial da Câmara dos Deputados com entidades defensoras dos direitos de crianças e adolescentes, governo, políticos, vítimas de violência doméstica e especialistas, a deputada Teresa Surita apresentou um substitutivo que foca em orientação aos adultos para promover no Brasil uma cultura onde castigos físicos não sejam mais tolerados.

      O diálogo é a principal e deve ser a única ferramenta utilizada na educação de nossas crianças e adolescentes!

      Foi por meio da educação que nosso país conseguiu sensibilizar a população quanto à importância do uso do cinto de segurança. É também por meio da educação que o país está reduzindo o número de fumantes.

      Os adultos têm o direito de serem informados sobre as desvantagens que uma educação baseada na violência traz à criança e ao adolescente.

      Eles também têm o direito de saberem que o diálogo é eficaz para promover a educação de nossas crianças e adolescentes.

      Com o projeto de lei aprovado e sancionado, contaremos com campanhas educativas permanentes voltadas a coibir a aplicação de castigos físicos.

      Esperamos tê-lo outras vezes por aqui.

      Um abraço!

  4. Lucas Alexandre de Queiroz disse:

    olha sou totalmente contra, uma lei sem pé nem cabeça tenho 15 anos levo uma palmada quando apronto e nem por isso eu estou traumatizado ou com o QI reduzido, educar não é por si só cientifica ela tambem tem sua parte moral e sentimental, o que os nossos poderes são cegos ao ver que palmadas é algo ruim, te garanto que isso é uma coisa clara de quem não tem consciência de todo o Brasil e sim de um caso próprio. e afirmo: Bater é crime, educar NÃO. veja pelo menos se cria alguma lei em que vai fazer bem a todos.

    1. Equipe Blog disse:

      Caro Lucas,
      Obrigado pela visita ao blog!

      Inúmeras pesquisas comprovam que a violência prejudica o desenvolvimento pleno de nossas crianças e adolescentes. Estes estudos não demonstram eficácia de palmadas, beliscões, puxões de cabelo e orelha, chineladas, dente outros, na educação.

      O que educa são os exemplos, o diálogo. É isso o que o Projeto de Lei 7672/10 pretende. Após aprovado e sancionado, contaremos com campanhas educativas permanentes em todo o país voltadas a coibir a aplicação de castigos físicos.

      Os adultos têm o direito de serem informados sobre as desvantagens que uma educação baseada na violência traz à criança e ao adolescente.

      Eles também têm o direito de saberem que o diálogo é eficaz para promover a educação de nossas crianças e adolescentes.

      Queremos construir uma cultura de paz no Brasil

      Esperamos tê-lo outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  5. Pablo disse:

    para mim isso é uma intromissão na vida das pessoas. querem me ensinar como educar meu filho? faça-me o favor… Eu cresci levando palmadas, e sei que a sra Teresa também, não? quem nunca? isso não muda em nada na nossa vida. pelo contrário, eu pelo menos tenho orgulho dos meus pais que são um exemplo e me deram uma ótima educação.

    penso que os senhores perdem muito tempo com essas bobagens tentando aplicar um falso moralismo, um falso ambientalismo vide esse negócio ai das sacolinhas plásticas, que graças a Deus ja foi derrubado, e não se atentam ao mais importante: AS PESSOAS PRECISAM DE COISAS QUE PRESTEM, DE COISAS QUE REALMENTE FAÇA ALGUMA DIFERENÇA.

    1. Equipe Blog disse:

      Caro Pablo,
      Obrigado pela visita ao blog!

      O Projeto de Lei 7672/10 não interferirá na forma como os adultos educam as crianças e adolescentes. Entendemos que a mídia, em 2010, quando a medida foi enviada à Câmara dos Deputados pelo Poder Executivo, enfocou o assunto de forma errada. Porém, felizmente, essa abordagem tem mudado, como mostra esta reportagem da revista Época ~> “Criança precisa de limites. Mas não o limite da pancada”, diz relatora da “Lei da Palmada” | http://www.teresasurita.com/2011/12/crianca-precisa-de-limites-mas-nao-o-limite-da-pancada-diz-relatora-da-lei-da-palmada.html

      Com o projeto de lei aprovado e sancionado, contaremos com campanhas educativas permanentes voltadas a coibir a aplicação de castigos físicos.

      Os adultos têm o direito de serem informados sobre as desvantagens que uma educação baseada na violência traz à criança e ao adolescente.

      Eles também têm o direito de saberem que o diálogo é eficaz para promover a educação de nossas crianças e adolescentes.

      Queremos construir uma cultura de paz no Brasil

      Esperamos tê-lo outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  6. LINA disse:

    Em todos os comentários, esse site só sabem responder a mesma coisa, Sabe o que eu acho .
    Tenho 21anos, apanhei sim quando criança e nem por isso sou marginal, ou uma pessoal violenta, tenho uma filha de 2 anos , ela é bem obediente mas as vezes se eu não der umas palmadas ela diz q me bate ( brincadeira ou não se eu deixar isso agora no futuro ela poderá realment fazer) converso bastante com ela, até pq n gosto de ficar dando palmada o tempo todo. MAS há momentos em que ela não obedece com conversa ai é preciso colocar no cantinho, ou dar umas palmadas.. ISSO NUNCA VAI FAZER UMA CRIANÇA CRESCER REVOLTADA, ESPANCAR SIM , MAS PALMADAS NÃO. ESSE GOVERNO E ESSES DEPUTADOS QUE ESTÃO QUERENDO APROVAR ESSA LEI SÓ ESTÃO QUERENDO ESTRAGAR MAIS AINDA OS NOSSOS FUTUROS JOVENS, PORQUE OS DE HOJE JÁ ESTÃO TUDO VIrAnDO BANDIDO E NÃO É POR CAUSA DE PALMADA É POR CAUSA DA LEI QUE IMPEDI A PRISÃO DE ADOLESCENTES, POr ELEs serem pegos e depois soltos continuam a fazer crimes por não ter punição. Levante a mão o Deputado que nunca levou umas palmadas e agradece a mãe por isso. Vocês tinham que se preocupa com coisas mais importantes no \BRASIL que tem muita como a saúde, se querem uma melhor educação comece pelas escolas, vá aos Bairro e Estados mais pobres e pergunte do que eles realmente precisam !!! Nas eleições fiquem de olho porque muitos q estão a favor dessa lei não iram ter votos…

    1. Equipe Blog disse:

      Lina,

      Os argumentos contrários à Lei da Palmada geralmente são os mesmos. Essa geração à qual você se refere é justamente a criada com uma educação baseada na violência.

      Sugerimos alguns textos que fornecem mais informações sobre o assunto em discussão.

      “Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

      “Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

      “Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html

      Conheça o substitutivo ao PL 7672/10 ~>
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933
      Obrigado pela visita ao blog!

      Esperamos tê-la outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  7. Catarina disse:

    Vocês deveriam trocar o título dessa lei. Por que não lei do espancamento? Isso sim os senhores deputados deveriam verificar.

    A educação de um filho, se ausente por parte dos pais, será dada pela justiça e essa não tem lei para impedir maus tratos.

    Veremos: Vejo muitas crianças rebeldes batendo na cara dos pais, das pessoas e não adianta conversar. Ficam piores e ainda ameaçam contar para a polícia. Nesse caso os pais são castigados, presos ou, qualquer outra coisa de interesse da justiça. Muitos desses adolescentes estão virando traficantes/bandidos e agora estão apanhando da polícia. Sofrimento para os pais que não tiveram o direito de educar com uma palmadinha e agora estão vendo seus filhos apanhando da justiça.

    Senhores deputados, vejo crianças chutarem, cuspirem, bater no rosto das pessoas, pegarem um objeto que não as pertencem e chantagearem os pais. Batem neles diante dos outros e os pais não podem fazer nada. Afirmo que não é por falta de educação dos pais. Pois, conheço alguns e sei o quanto são rígidos com a educação de seus filhos.

    Não podemos deixar de explicar que não somos iguais e por isso somente a família sabe o que esta enfrentando com a criança.

    O que fazer com uma criança que não consegue ficar quieta , inclusive provocando acidentes contra ele mesmo? Psicólogos? Sim, tem acompanhamento. Os pais? São os melhores. Trabalhadores, não deixam faltar nada. Boa escola. São religiosos. Inclusive acompanho muitas conversas onde explicam o porque que não pode fazer aquilo. Saem rindo e continuam fazendo.E aí? Se os pais não tiverem uma educação mais rígida, mais tarde a justiça fará isso ou terá uma morte trágica deixando seus familiares na tristeza. É justo senhores deputados?

    Enquanto vocês se preocupam com a palmadinha, crianças, velhos, mendigos estão sendo espancados, queimados por jovens e adultos, drogados, viciados em roubos e que, muitas vezes vão presos e soltos em seguida. Esses são resultados da não educação quando ainda pequenos.

    Senhores, não me arrependo de ter levado umas chineladas de minha mãe quando tinha nove anos: Explico: fui para a casa de uma vizinha e lá começamos a jogar baralho, no horário combinado ela me chamou e eu não fui. Ela chamou mais umas três vezes, era o que ela fazia, não fui. Quando bem entendi e vi que não conseguia ganhar o jogo fui embora. Bom, o chinelo funcionou. Ela não me machucou o corpo. Não fiquei com marcas. Mas junto com as chineladas vieram os castigos, coisas que vocês, também, são contra. Fiquei sem brincar por bastante tempo e tinha que rezar pedindo perdão a Deus por ter desobedecido a ela.

    Imaginem se ela não tivesse me corrigido, pois rezar da boca para fora não resolve. Hoje tenho 52 anos e graças a ela não tive vícios em jogos. Tenho dois filhos, que precisei sim, dar palmadas e não me arrependo, pois dependendo do momento, uma conversa só vai trazer mais constrangimento para todos. Hoje eles são adultos e muito amados, amáveis, educados dentro e fora de casa. Só recebemos elogios quanto a educação dos mesmos. Olha, não ficaram com problemas psicológicos. Muito pelo contrário, são bastantes conscientes de seus compromissos diante da vida que Deus lhes oportunizou.

    Pensem, que se não posso educar o meu filho, o Estado tem o dever de assumir essa educação. E vocês não estão conseguindo resolver os problemas educacionais que são de responsabilidade do Estado. Onde estão as escolas? Onde estão os professores?
    Lembrem, hoje, dar aulas pode ser um risco. Tudo por causa da lei que proíbe a criança/adolescente ser castigado dentro da normalidade que Deus nós permite.
    O professor pegar no braço de um aluno é crime mas o aluno bater no professor é normal.

    Portanto, aquele que é o autor dessas leis da criança e do adolescente, da palmada, primeiro tentem melhorar a educação escolar para formar grandes homens e que um dia nossa política venha ser mais transparente.

    1. Equipe Blog disse:

      Catarina,

      Educar não é sinônimo de bater. Bater não educa, paralisa. O que educa é o diálogo.

      A Lei da Palmada, que ainda não foi sancionada pelo Executivo, não prevê prisão dos pais por bater nos filhos. Em casos graves, o Código Penal se encarrega de punir os excessos. Essa geração à qual você refere é justamente a criada com uma educação baseada em puxões de cabelos, beliscões, chineladas e outros tipos de violência.

      Com a Lei da Palmada aprovada e sancionada, contaremos com campanhas educativas permanentes voltadas a coibir a aplicação de castigos físicos.

      Os adultos têm o direito de serem informados sobre as desvantagens que uma educação baseada na violência traz à criança e ao adolescente.

      Eles também têm o direito de saberem que o diálogo é eficaz para promover a educação de nossas crianças e adolescentes.

      Queremos construir uma cultura de paz no Brasil

      Obrigado pela visita ao blog!
      Esperamos tê-la outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  8. Renato disse:

    “Os adultos têm o direito de serem informados sobre as desvantagens que uma educação baseada na violência traz à criança e ao adolescente.”

    Peraí. Informados sim, impostos não! O que querem fazer é impor um tipo de supervisão de educação sem cabimento dentro das famílias brasileiras! Isso não tem a menor chance de dar certo. Por favor, se é assim, saiam em um plebiscito ou votação popular e vejam quem do POVO está a favor desse projeto que para mim é uma grande perda de tempo.

    Eu duvido!
    DUVIDO MUITO!

    A palmada corrige, ela instrui. Não faz ninguém crescer sem educação ou um marginal.

    1. Equipe Blog disse:

      Caro Renato,

      Sugerimos a leitura do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei 7672/10 ~> http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933. Não há nenhum tipo de imposição. Um dos objetivos dele é que sejam realizadas campanhas educativas, como já informamos neste texto e nas respostas aos comentários acima.

      Obrigado pela visita ao blog.
      Um abraço!

  9. Ethienne Vicentini disse:

    Deputada, tenho 23 anos, apanhei com algumas palmadas quando criança e isso realmente me fez muito bem! O que esses estudos dizem com 0,01% da população total não relatam de fato o que a palmada interfere na educação, mas a história do nosso país e crianças definitivamente sim! No tempo dos meus pais por exemplos os castigos eram bem mais severos se comparados com os que eu tive e olhe como as gerações passadas tem uma educação e respeitos pelos país bem maior do que essas novas gerações! Cada vez mais os jovens estão sem controle, e ter filhos tem se tornado para muitos casais um problema, e muitos nem sequer optam mais por tê-los. O governo insiste em não fazer o que de fato é necessário como a reforma na nossa educação que está uma vergonha e é a base de tudo, e fica como diz a expressão “tapando buracos” com leis que além de não resolverem, são de difícil emplementação e fiscalização, além de deixar as crianças achando que estão livres para cometer as ações que quiserem! É mais uma lei que pode ter uma boa intenção, porém o país não tem estrutura para tirá-la do papel e fazer com que funcione! Vamos sim proteger nossas crianças, dando á elas bom estudo, saúde, laser e punir como já foi dito antes penalmente aqueles que cometem atrocidades com as nossas crianças. Com essas leis que são quase poéticas, mas não saem de verdade do papel, ou que pior punem os que não merecem ser punidos o povo acaba por perder a fé na justiça dessa país e não é a toa!

    1. Teresa Surita disse:

      Ethienne,

      concordo com você que devemos proteger nossas crianças e garantir políticas públicas de qualidade. No entanto, me posiciono contrariamente a qualquer reivindicação do direito de bater em crianças, seres em formação, como alternativa válida a uma pedagogia baseada no afeto, no diálogo e na educação respeitosa e com limites. Nossa luta, e essa lei poética faz parte dela, é para criar uma cultura de paz em nossas famílias e em nossa sociedade, fortalecendo as famílias como pilares da educação, mas sem o uso de violências, mesmo que bem intencionadas.

      Obrigado por visitar nosso blog! Abraço!

      Teresa Surita

  10. Emily Heisellmann disse:

    Olá Sra Teresa!
    Vendo o seu projeto eu penso na era da ditadura. Onde Odair José foi proibido de publicar sua musica da pílula por incentivar a natalidade, hoje somos proibidos de educar os filhos que não tinhamos o direito de fazer.

    Vendo esse seu projeto, eu tive algumas idéias e se você quiser aproveitar algumas delas, segue:

    1) Fazer com que seja obrigatório o pagamento de mesada.
    2) Fazer com que os jovens tenham a total liberdade se sair e voltar a hora que quiserem.
    3) Fazer com que uma menina ao engravidar , os pais sejam obrigados a cuidar dos dois (da filha e da criança) sendo que não poderão se recusar a ficar com o bebê caso a mãe queira sair com as amigas. Caso eles tenham resistência em uma situação dessas, terão que responder em juízo no direito que a filha tem de se divertir.

    O que acha dessas idéias? Os pais da nossa nova geração precisam saber e ser informados que os filhos tem seus direitos!

    OBS.: Eu estou sendo irônica. Esses são projetos descabidos, assim como o seu, apenas para exemplificar!

    1. Teresa Surita disse:

      Emily,

      agradeço a tua visita a meu blog!

      Propus texto substitutivo ao projeto original do PL 7672/2010, considerando elementos colhidos em muitos momentos de discussão. É um projeto essencial, que foi muito melhorado pelo texto que propus.

      Trata-se de uma mudança cultural na questão da educação e correção de crianças e adolescentes no sentido de erradicar essa noção arcaica de que é legítimo o uso da violência pelas instituições e pessoas a cargo da proteção e educação das crianças e adolescentes.

      Tive o cuidado de fazer um relatório bastante detalhado e fundamentado sobre essa questão. Peço que o conheça!

      Parecer da Relatora, Dep. Teresa Surita (PMDB-RR), pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa; e, no mérito, pela aprovação do PL 7.672/2010 e da emenda apresentada ao Projeto, na forma do Substitutivo.

      Abraço!

      Teresa Surita

  11. Renato Trancoso Cardoso disse:

    Olá Dra Teresa.

    Eu irei me alongar um pouco, mas valerá a pena, porque sei que será esclarecedor. Só espero receber uma resposta bastante humana!

    Eu li sobre os links que me enviaram e que estão por aqui, e sobre seu projeto, por favor eu vou lhe contar um fato e gostaria que verificasse como proceder nessa situação, visto que a senhora pretende substituir a palmada, conforme foi-se falado tambem que trata-se de uma mudança de cultura, e de hábitos, e tambem de algo que até então para mim não funciona.

    Na década de 90 mais ou menos, certa vez eu fui ao supermercado com minha mãe. Nossa situação sempre foi precária, e sempre fomos humildes, minha mãe, me advertiu: “filho, mamãe não tem dinheiro, por favor não peça nada lá”. Só que ao chegar lá, as coisas mudaram. Eu queria um salgadinho e um danone. Não tinha como, se minha mãe gastasse o dinheiro, ela iria comprometer algo que realmente faria falta. Então a minha mãe para amenizar as coisas me ofereceu o de marca inferior. Mas eu não queria. Eu queria aquele, era mais gostoso e mais caro também. Eu insisti, ela negou. Na minha cabeça de criança não entendia que como ela podia levar tudo aquilo e meu danone e meu salgadinho não. Era inaceitável, e por mais que ela ja tivesse me explicado tudo isso.
    E então começou tudo. Eu comecei a chorar, espernear, gritar e me joguei no chão. Ela tentou me levantar em vão. As pessoas estavam olhando. E então aconteceu: que levei uns belos tapas na bunda. Bem dados mesmo. Me pergunto, e gostaria de sua sinceridade: O que fazer em situações extremas como essas?
    Não vejo minha mãe como uma pessoa que me espancou e me humilhou na frente de todo mundo. Hoje, se existir uma mãe que fizer uma coisa dessas pode responder por maus tratos! Mas ela não foi cruel. E o diálogo, que você tanto prega em seu projeto, não funcionou! E não funcionaria… Não adiantaria ela abaixar ali, e dizer: “levanta que mamãe está triste com você…, você me desobedeceu”.

    Hoje eu dou risada disso, mas sei que poderá acontecer com meu filho, e assim como acontece com muita gente. Caso a palmada seja extinta, numa situação dessas o que fazer? Ligar para a senhora? Super Nanny? Batman? Se esconder e desejar nunca ter nascido? Eu vejo que para crianças espoletas como eu fui, não há muitas opções, certo?

    Quando falei um palavrão em casa, minha mãe passou pimenta em minha boca, pois ela já havia me advertido muitas vezes e prometeu que se isso se repetisse ela me faria comer o pote inteiro. Depois disso, nunca mais falei palavrão. E só assim isso deu certo, foi bom pra mim.

    Grande abraço!

    Renato Trancoso Cardoso

    1. Teresa Surita disse:

      Renato,

      Sou contrária ao uso de palmadas, beliscões, chutes e quaisquer outros tipos de punições físicas com intuito de educar. O diálogo deve ser desde cedo a principal e única ferramenta para promover a educação de crianças e adolescentes.

      Está comprovado cientificamente que o uso de castigos físicos não é eficaz na educação. Pelo contrário!

      Após aprovado, todos nós teremos acesso a campanhas educativas nacionais que irão orientar os adultos sobre as desvantagens de uma educação baseada na violência. Também haverá orientações referentes a formas de educar sem bater.

      Obrigada pela visita ao blog.
      Volte outras vezes!
      Um abraço!

  12. Patricia Lima disse:

    Li atentamente todos os comentários e suas resposta. Tenho 41 anos, apanhei, sim, da minha mãe e das minhas 02 irmãs mais velhas. Mas nem por isso, sou à favor da palmada. Pelo contrário, tenho 03 filhos e não batemos (eu e o pai) em nenhum deles. É claro que há momentos em que dá uma vontade enorme, pois foi assim que fui formada (cultura da palmada), mas respiro fundo e uso da autoridade que tenho que ter, como mãe. Gosto sempre de pensar que em todos os momentos em que penso em bater, é porque a coisa saiu do controle. Por isso não bato! Se a razão para bater é ter perdido o controle, é por que o problema está no adulto. Se levo uma fechada no transito, eu não tenho o direito de sair do carro e bater no outro motorista, mesmo que para educá-lo, então por tenho esse direito com um filho que pus no mundo e que depende de mim? É preciso também entender que muito das justificativas de palmadas apresentadas nos comentários anteriores tem uma relação com o nível de maturidade e desenvolvimento (fisico, cognitivo, moral,) da criança. Querer que uma criança fique quieta em meio a um supermercado ou numa festa, é demais para o seu nível de desenvolvimento. Querer que ela entenda que não dá para comprar tudo no shopping é demais quando o marketing é extremamente agressivo para essa faixa etária, ela não entende as leis do mercado, inflação e não sabe de onde vem o dinheiro! Quantos de nós são compradores compulsivos e não será a palmada que os corrigirá. CRIANÇAS QUE CRESCERAM LEVANDO PALMADA SÃO OS ADULTOS ESTOURADOS QUE NÃO LEVAM DESAFORO PARA CASA. Defender a palmada é atestar a incompetência para o diálogo.

    1. Teresa Surita disse:

      Patrícia, concordo com você! Mudar a forma de educar nossos filhos ou de tratar os jovens que estão sob nossos cuidados é uma mudança cultural.

      Levará tempo, algumas pessoas continuarão apegadas a costumes antigos e insistirão no direito de bater nas suas crianças. Defendo que isso não seja tolerado e que a lei diga isso claramente, como forma de superar hábitos que são mais que medievais.

      Com isso, reforço e insisto no papel da família como principal instituição de educação, de construção de valores, de referência afetiva para o ser humano.

      Obrigado pelo teu comentário! Volte sempre a nosso blog!

      Abraço!
      Teresa Surita

  13. Ana paula disse:

    Dra. Teresa tenho 29 anos e uma fillha de 8. Eu, quando criança apanhei pouco e fui colocada de castigo algumas vezes. quanto a minha filha nunca apanhou, sei que sou suspeita de falar, mas é uma criança adorável e com 5 anos já estava lendo tudo. sou totalmente a favor da lei e admiradora do seu trabalho em relação a essa luta. Pode parecer utopia mas ainda acredito na LEI DO AMOR.

    1. Teresa Surita disse:

      Ana Paula,

      Não é utopia!
      Parabéns pela forma como você educa sua filha e pelo apoio a um projeto de lei tão importante para nossas crianças e adolescentes.

      Obrigada pela visita ao blog!
      Volte outras vezes!

      Um abraço!

  14. Napoleão Mateus Wonters disse:

    O que passa é que a maioria da população brasileira não concorda com essa lei… os deputados, senadores e presidente devem entender que são funcionários público. Devem obedecer ao patrão (povo brasileiro). O BRASIL PRECISA DE UMA LIÇÃO DO PRÓPRIO POVO. Será que devemos agir como o Egito, Síria… para poder valer a vontade do povo?
    Claro que a população aumentou muito… mas antigamente não se tinha garotos de 15 anos matando, roubando, e coitado dos policiais que vão pra prender (se tocar no individuo com arma na mão, vai pra cadeia). Meninas de 12, 13 anos grávida…
    Por que não mostram essas pesquisas também no aumento de crimes cometido por menores. Aumento de meninas de 12 e 13,14,15 anos grávida…
    A questão do cinto não foi pela educação, foi pela dor no bolso, multa. Só por isso.
    Concordo ser contra o espancamento como um forista comentou atras… mas sou a favor da disciplina…

    QUEREM SE METER DENTRO DO TEU LAR… TORNAR TEUS FILHOS MARGINAIS, E VOCÊ SEM PODER REAGIR.

    Não aceite isso…

    1. Equipe Blog disse:

      Napoleão,

      Obrigado por visitar nosso blog e por postar teu comentário. Se você quer entender as razões do texto substitutivo aprovado para o PL7672/2010 leia a todo o relatório aqui.

      Abraço,

      Equipe Blog

  15. Napoleão Mateus Wonters disse:

    Faço o seguinte trato… Se tirar as armas da polícia, eu concordo que os pais não precisam de dar palmadas para correção…

    Se quer impor isso aos pais, mostre como faz isso?
    Como que o estado quer impor isso se as instituições que tem os menores são uma fábrica de bandidos… (antes de cobrar, mostre como faz)…

    1. Teresa Surita disse:

      Napoleão,

      Após o Projeto de Lei 7672/10, conhecido como Lei da Palmada, ser aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo Executivo, a população terá acesso a informações, por meio de campanhas realizadas em todo o Brasil, sobre formas de educação sem o uso da violência.

      Sugiro que conheça o substitutivo apresentado ao projeto: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

      Obrigada pela visita ao blog!
      Um abraço!

  16. HENRIQUE MATOS disse:

    Boa Tarde, Deputada…

    Tenho 24 anos, amo política e acompanho cada PL que nossos representantes criam. Gostaria de saber se tens filhos, quantos e quais as idades dos mesmos. Gostaria de saber em que escola estudou e como era a EDUCAÇÃO. Quero conhecer sua vida antes da política, seus pais eram violentos? Você era violentada fisicamente quando criança? Sinto um pouco de revolta nesse projeto de lei. Por Favor, precisamos aprender com sua excelência, como se cria um filho. Mostra-nos na prática, por favor minha deputada, fique com meu primo por 3 meses e você verá o resultado de uma criação sem correção física. Seus pais não o castigam, ficam com aquela “ladainha” de diálogo e essa semana eu vi a mamãe voltando chorando da escolinha da criança de apenas 4 anos, porque os professores pediram pra retirar ele da escola, queriam até pagar a mensalidade dele em outra escola, como pode? (risos) O que você faria numa situação dessa? Quero saber o que faria sendo MÃE, não DEPUTADA.

    Obrigado.

    1. Teresa Surita disse:

      Henrique, tenho duas lindas filhas já adultas e casadas que me orgulham muito por seu censo de responsabilidade, inteligência e afetividade.

      Entendo tuas dúvidas quanto à forma de cuidar das crianças, em nosso país não há muito investimento em mostrar as formas corretas e não violentas de se educar e estabelecer valores e dar limites para as crianças. Por isso vemos o exemplo que você mencionou, talvez oriundo do despreparo para a paternidade.

      Se você quer entender os fundamentos que me levaram a dar parecer positivo ao PL 7672/2010, te convido a ler o meu relatório, nele está bem tudo detalhado e fundamentado.

      Desejo sucesso em tua caminhada! Abraço!

  17. Renato Trancoso Cardoso disse:

    Desculpe mas preciso comentar que o disse foi um fato.

    A Sra ser a favor ou não de palmadas, não muda os fatos. Nem sempre diálogo funciona com criança pequena e eu relatei isso em algo que aconteceu comigo. A minha mãe tinha muito diálogo comigo, mas aquilo foi uma situação extrema. Ao invés de responder a sra se esquivou bravamente. Enfim, o argumento de diálogo não foram felizes nisto.

    Pior ainda foi a Patrícia que comentou algo que talvez nunca tenha passado.

    Existem horas que precisamos ser mais enérgicos, existem horas que as crianças precisam de um corretivo.

    Continuo achando que isto é uma perda de tempo. Se a Sra quer mudar a educação do nosso povo, comece por valorizar os professores.

    Grande abraço!

    1. Teresa Surita disse:

      Renato, mantenho minhas afirmações veemente e bravamente. Bater em criança é um erro, é um costume e uma cultura medieval e que precisa ser banida dos hábitos dos brasileiros!

      Isso é necessário e urgente pois só gera pessoas que acham a violência um meio normal para resolver conflitos ou educar seres em formação tanto orgânico (estruturas cerebrais e todo o corpo), quanto moral e socialmente.

      Sou firmemente a favor de atos que incentivem a construção de uma cultura da paz em nosso país e lembro que, assim como os outros países membros da ONU, o Brasil como nação assumiu o compromisso de erradicar as práticas violentas ditas pedagógicas.

      Isso é uma coisa. A valorização da educação formal como um todo é outra bandeira política que abraço no Congresso Nacional e em minha atuação como prefeita. Como você sabe aprovamos o aumento gradativo das verbas para a educação, dobrando-as nos próximos 10 anos e tenho projeto para estabelecer critérios de avaliação da qualidade da educação básica.

      Como você, entendo que a qualificação da educação é primordial para o desenvolvimento de nosso país, inclusive nas questões culturais como a superação do “direito de bater” nas crianças.

      Agradeço a tua mensagem! Abraço, Teresa Surita.

  18. Luis Flavio Nobre disse:

    Boa tarde; primeiro quero agradecer pela oportunidade em participar deste debate, ao qual creio ser de fundamental importância. Quero lembrar, do momento em que se discute entre outras coisas sobre a incapacidade visível da sociedade E DO estado em controlar e equilibrar o que chamamos de liberdade de expressão /pensamento.
    A questão da educação deve sim estar presente em todas as mesas e todos os debates, visto que é a raiz fundamental da evolução… Um povo sem educação não reivindica seus direitos e quando cumpre seus deveres, muitas vezes o faz por simples e pura imposição, o que definitivamente não configura uma atitude de caráter.
    Vamos analisar a tal da “palmada” como de fato ela se manifesta, ou seja, quando, onde, porque e de que maneira.
    Comparar uma palmada com “ato cruel”, violência física ou até mesmo (como já vi acontecer) a comparação com “tortura”, é de uma irresponsabilidade impar. Fico a me perguntar o que tem na cabeça uma pessoa que crê ser mais traumático para uma criança levar uma palmada do que ver seus pais serem levados por uma viatura policial por causa da mesma.
    Estou aqui não para defender o meu direito em educar meus filhos com justiça, equilíbrio e segurança, e sim para defender o MEU pai pelas palmadas que me deu contribuindo enormemente para que eu ficasse afastado dos problemas que a nossa juventude simplesmente não consegue nem mesmo detectar e quando sente o perigo já não tem mais como retroceder.
    Meus filhos tem em primeiro lugar a maior das democracias, pois eu, obviamente depois de falar com suavidade e sensatez e por final gritar dou as opções… Levar uma palmada ou ficar de castigo sem o computador (exemplo) e a escolha “via de regra” se recair sabe aonde?
    Sim, isto mesmo, na palmada.
    Chega a ser hilário participar de debates com pessoas que sequer jamais levaram um tapa e por este motivo não tem como comparar ou julgar (felizmente) a evolução psicológica advinda deste tipo de experiência insistindo em que a palmada não tem fundamento, necessidade ou resultado positivo na educação dos pequenos.
    Chega a ser ridículo ver uma palmada ser comprada com espancamento, quando nossos filhos sofrem bulling diariamente, muitas vezes provocada por crianças que não tem nenhum limite em suas casas e por isto mesmo jamais foram castigadas e mesmo assim se impõem pela força. E isto não é de hoje, afinal com meus idos 5 ou seis anos de idade já sofria com esta chaga comportamental.
    Para se falar de castigo e sobre as diferenças entre uma palmada educativa e o espancamento, em primeiro lugar a de se especular sobre que tipo de conhecimento o forista ou participante de um debate deste porte tem sobre o assunto.
    Vejo pessoas que não conhecem nem mesmo as diferenças entre rubefação e equimoses bradando com paixão sobre os efeitos nocivos de uma palmada em uma criança… Ora bolas, será mesmo que este individuo sabe do que esta falando???
    O que proponho é um debate com consciência, sem paixão e sem hipocrisia em que se entenda que a palmada nada mais é do que o ultimo recurso possível para se tentar manter um clima familiar e equilibrado no lar.
    O que não se prevê em um debate como este e que pode definir a própria qualidade de vida de uma família é que este assunto é muito fértil para fanáticos irresponsáveis que transformarão pais absolutamente normais, responsáveis e cumpridores de seus deveres como provedores, em demônios insensíveis que mereceriam ser executados sumariamente por dar palmadas em suas crianças…
    Crianças estas que em um futuro próximo serão adolescentes e adultos sem nenhum limite e que jogarão esta responsabilidade na conta de seus pais, que impedidos em dar a educação adequada serão foco indiscriminado de uma sociedade que insiste em julgar a revelia a seu bel prazer impondo os seus próprios conceitos do que é certo e o que é errado.
    Irão perguntar:
    Onde estavam os pais deste individuo que nada fizeram para educa-lo?
    Ninguém sente mais ao dar uma palmada nos filhos do que o próprio pai ou a própria mãe que afinal guardou de forma segura aquele ser em seu ventre durante nove meses e agora precisa muitas vezes se defender das atitudes absorvidas do que vemos hoje nas tvs, nas escolas e nas ruas.
    Negar que a juventude atual não tem limites é tapar os olhos da sociedade e permitir que a mesma se perca de forma lenta e dolorosa. será mesmo que os pais vão permitir esta intervenção ridícula, irresponsável e incoerente em seus lares???
    O mesmo estado que não consegue suprir as necessidades básicas de MILHARES de crianças que perambulam pelas ruas sem ter o que comer ou o que vestir?
    Será mesmo que a questão principal deveria ser as palmadas corretivas? Ou será que estão tentando desviar de nossos olhos o verdadeiro problema???
    Uma sociedade cruel e hipócrita que fecha os olhos para o que ocorre no nordeste brasileiro com o tráfico de meninas e meninos em tenra idade obrigados muitas vezes por um prato de comida a vender seus corpos franzinos e não formados.
    Um estado que arquiva um processo de maus tratos contra uma criança de apenas 4 anos (meu filho) que estudava no colégio São Paulo (arpoador, Rio de Janeiro),escola particular, católica e tradicional desta cidade que chegou em minha casa em uma sexta feira coberto de equimoses, agora então quer determinar como educarei meus filhos???
    Só se me matarem primeiro…
    Aceito até mesmo a pena de morte ou execução sumária, mas JAMAIS irei permitir que o estado me diga como cuidar, proteger, prover e educar s MEUS filhos, pois que nunca fizeram absolutamente NADA para beneficiar suas vidas.
    Desculpe o conteúdo apaixonado ao final do texto,realmente não consegui me contar.
    Satisfação,
    Respeitosamente;
    Obedecendo a nossa CF que VEDA o anonimato subscrevo-me.
    Luis Flavio de Britto Nobre.

    1. Teresa Surita disse:

      Luiz Flavio,

      o conhecimento científico sobre o desenvolvimento neurológico das crianças prova que atos aparentemente leves e sem gravidade como agitar as crianças ou bater afetam o desenvolvimento intelectual e neuromotor da criança.

      Do ponto de vista psicológico também há vários efeitos. Além disso, sociologicamente é reforçada a violência como opção e a “relatividade” do amor de quem cuida e ao mesmo tempo bate/violenta.

      A proposta em discussão é de uma mudança cultural gradativa na questão da educação e correção de crianças e adolescentes no sentido de erradicar essa noção arcaica de que é legítimo o uso da violência pelas instituições e pessoas a cargo da proteção e educação das crianças e adolescentes.

      Tive o cuidado de fazer um relatório bastante detalhado e fundamentado sobre essa questão. Peço que o conheça!


      Abraço!

      Teresa Surita

  19. Jannete klaust disse:

    Assistindo a um telejornal local, fiquei indignada ao ver um policial que ao apreender um adolescente com drogas ” este já era reincidente”
    levou- o e entregou a a sua mãe pansando- lhe um sermão, dizendo que a policia não era babá e que o menino era de resposabilidade dela, que deveria estar na escola não nas ruas. Pois bem, nessa hora as autoridades jogam a responsabilidade em cima dos pais, mais se esquecem que são os primeiros a criarem leis que tiram a autoridades dos pais sobre os filhos. Hoje vemos crianças que fazem gatos e sapatos dos pais e aindam dizem que tem a lei que os protejem. Os menores infratores estão se multiplicando…..
    acho um abissurdo um pai que batalha para criar e educar seu filho,, não possa em nehum momento dar- lhe uma palmada como correção.
    Muito maior é a violencia praticada por parlamentares corruptos que tiram dessas crianças o direito a saúde , a educação e ao lazer .
    Sou contra a violencia contra a criança, mas a favor da repreenção ” se preciso com palmada”, pois até que eles atinjam a maior´idade, tudo seu “mal ” comportamento será atribuido aos pais.

    1. Equipe Blog disse:

      Jannete,
      Obrigado pela visita ao blog!

      Após mais de quatro meses de discussão em Comissão Especial da Câmara dos Deputados com entidades defensoras dos direitos de crianças e adolescentes, governo, políticos, vítimas de violência doméstica e especialistas, a deputada Teresa Surita apresentou um substitutivo que foca em orientação aos adultos para promover no Brasil uma cultura onde castigos físicos não sejam mais tolerados.

      O diálogo é a principal e deve ser a única ferramenta utilizada na educação de nossas crianças e adolescentes!

      Foi por meio da educação que nosso país conseguiu sensibilizar a população quanto à importância do uso do cinto de segurança. É também por meio da educação que o país está reduzindo o número de fumantes.

      Os adultos têm o direito de serem informados sobre as desvantagens que uma educação baseada na violência traz à criança e ao adolescente.

      Eles também têm o direito de saberem que o diálogo é eficaz para promover a educação de nossas crianças e adolescentes.

      Com o projeto de lei aprovado e sancionado, contaremos com campanhas educativas permanentes voltadas a coibir a aplicação de castigos físicos.

      Esperamos tê-la outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  20. Narcizo José disse:

    Nossa, levei algumas palmadas, chineladas e puxões de orelha, e não foi por falta de conversa. Minha mãe nunca me deu uma chinelada antes de uma conversa, e olha que a alguns anos atrás, os pais conversavam pouco com os filhos, agora penso. Se minha mãe não me desse algumas palmadas quando eu não obedecia seus pedidos, o que ela faria? Acho que ninguém colocou essa questão né?
    De verdade agradeço meus pais pela educação, tudo o que sou hoje foi pela educação que tive. Onestidade; tudo o que falta na maioria de nossos parlamentares. Como já dizia Tom Zé. ” Filho, esse apontador não é seu, devolva, esse bone é de seu amiguinho, devolva. As palavras macias de minha mãe fez-me onesto.” Como pode parlamentares enriqucerem sobre a pobreza de muitos? não é necessidade. Talvez menos recursos furtados nos educariam melhor.
    Bom Tereza, dizer que o cinto de seguranças nos automóveis foi atavéz de educação não é verdade, e sim uma imposição, assim como o tabaco onde se proibe de fumar em tais lugares. Isso não é educação muito embora exista as campanhas que vieram após a proibição e diga-se de passagem as multas, isso sim é que fez com que as pessoas usassem o cinto e não fumassem em locais fechados. Observamos hoje que os aparelhos celulares são utilizados dentro dos automóveis ainda que se faça uma campanha contra, mas com os vidros fechados e escurecidos ainda podemos obervar o uso, cade a educação?
    Existe uma lei de abandono de incapaz, mas vemos vários idosos abandonados nas ruas onde seus familiares até gozam de seus recursos e os deixam abandonados à própria sorte. Onde estão as autoridades? Será porque são idosos e não crianças? Cade o Estatudo do Idoso?
    Antes mesmo de sancionar esse projeto de Lei, da palmada, muitos pais estão sendo oprimido por seus filhos, sem contar esses que já disse abandonados nas clinicas e ruas. Se aprovar essa lei, daqui a alguns cinquenta anos, estaremos tentando destruir todo o mal que esse projeto de lei nos trouxe.
    Hoje, nossa sociedade cabe alguns crimes contra pais, que esses psicologos tanto sabem mas não falam, que é a afronta dos filhos que nunca levaram uma palmada de seus pais e acabam lhes assassinando. Não há limites, e não é verdade que quem é educado com palmadas deverá faze-las no futuro, até porque sabemos que há muitos jovens que nunca levaram uma palmada, tem tudo o que precisam e o que também não, e espancam cidadãos pelas ruas que já acompanhamos. Qual é a explicação? Casos importantes e famosos de filhos que assassinaram seua pais mesmo sem ter levado uma palmada se quer.
    Eu ouço alguns especialista, se é que o são, dizendo. “Olha, ao invez de bater, coloque de castigo, tire o video game, a internet.” como se todas as crianças tivessem esses passa tempo, ainda não ouvi nenhum psicologo, ou quem desses especialistas falando a realidade, dando dicas para quem vive na base da piramide. Quero ver aconselhar aquela mãe que passa o dia todo fora de casa trabalhando, retornar, naquele transito de pé no ônibus, ter que fazer a comida para o filho e muitas vezes para o marido, olhar o caderno do filho, arrumar a casa, e ainda preparar o filho, o marido e a casa para o dia seguinte, e ainda ser mulher na cama ainda que não esteja nas melhores condições, ou o marido nem ai né, pois essa é a nossa realidade, e ainda ter tempo para conversar com seu filho, ai numa dessas conversas, que nunca é a primeira, e quando há, o filho responder a mãe e ela ter que ter paciência para continuar conversando?
    Penso que ainda, ainda não estamos preparados para isso.
    Abraços

    1. Equipe Blog disse:

      Narcizo,

      Entendemos a sua preocupação. Porém, acreditamos que o diálogo deve ser a base para a educação de crianças e adolescentes. Atualmente, 32 países possuem leis para proteger esta faixa etária de castigos físicos com o intuito de educar. Há, inclusive, nações que há mais de 30 anos aboliram a violência da educação e são exemplos para o mundo.

      A lei quer, por meio de campanhas educativas, promover uma mudança cultural no Brasil, que deve ocorrer gradativamente. Não há punição nem perda da guarda dos filhos por parte dos pais. Haverá educação!

      Conheça o substitutivo ao PL 7672/10 ~>
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

      Obrigado por sua visita ao blog.
      Esperamos tê-lo outras vezes por aqui.

      Um abraço!

  21. Bianca de oliveira disse:

    Bem, em partes eu sou a favor dessa lei, assim como muitos, também fui criada com algumas palmadinhas. Tenho 15 anos, muitas vezes eu realmente acho que foi necessário, mas também acho que um bom diálogo poderia ter resolvido tudo, eu sou babá e cuido de uma criança de cinco anos e não uso violência e nem agressão verbal para mostrar porque ele errou, prefiro mostrar para ele o porque das coisas! Até porque as crianças são muito curiosas e querem entender as coisas, acredito que isso faça parte do conhecimento e de uma boa educação para ele!
    E eu sou a favor dessa lei sim, afinal hoje em dia com tantos jovens tendo filhos, alguns deles não tem capacidade de criar um filho adequadamente acabam partindo para a violência física, principalmente aqueles que tiveram uma gravides não desejada e nem planejada!
    Apoio a lei e apoio um bom diálogo com seus filhos! Eles estão crescendo e querem saber o porque das coisas, não tenham falta de paciência, explique as coisas dialoguem, uma boa conversa cria boas crianças para um futuro melhor!!
    obrigada por ler

    1. Teresa Surita disse:

      Bianca,

      Assim como você, acredito que o diálogo é a principal e deve ser a única ferramenta utilizada na educação de nossas crianças e adolescentes.

      Contamos com seu apoio para divulgar a importância do Projeto de Lei 7672/10.

      Esperamos tê-la outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  22. Jean Siqueira disse:

    Bom dia ! Bom, sou a favor da lei. Acredito que a maioria dos problemas se resolveriam no diálogo, porém o que vejo aqui nos comentários acima são pessoas que tiveram uma criação normal, e não aquelas que sofreram quando crianças. Algum dos senhores apanhava por tirar nota 8,0 no colégio? Pois bem , eu e meu irmão apanhávamos, pois minha mãe achava que isto era um jeito de educar e fazer com que tirássemos melhores notas. Mas, ela estava completamente errada !!! Quantos aqui sempre tirou nota boa e nunca apanhou? Diversos, né?
    Pois então, esta lei visa orientar e educar esses pais ignorantes que acham que estão fazendo o melhor para seus filhos e pelo contrário, estão atrapalhando o desenvolvimento de suas crianças.
    Este fórum é importante, porém não retrata a realidade da sociedade. Acredito que a grande parte da população que pratica violência contra a criança e o adolescente não tem acesso a internet ou outro tipo de meio de comunicação. Por isso, para que esta lei, ou o ECA ou mesmo se for o caso o Código Penal funcionem e diminuam os casos de violência, deve haver divulgação ! Propaganda! Palestras em comunidades carentes, em associações de moradores, cartazes , TV, enfim , toda forma de divulgar as orientações, os prejuízos e punições.
    Estou fazendo a minha parte e mostrando o projeto de lei para minha mãe, que hoje não me bate., está idosa e eu com 33 anos. E também porque sou pai e meu trato com minha filha é totalmente diferente do que eu tive na minha infância.

    Acredito na lei , mas só terá efeito se houver divulgação.
    Senão será mais uma lei que dá nome a ponte ou rodovia.

    Abraços.

    1. Teresa Surita disse:

      Jean, é essa a intenção, divulgar e mudar comportamentos!
      Obrigada por comentar! Visite sempre nosso blog!
      Abraço!

  23. márcio handrei disse:

    Bem,em partes também eu sou a favor dessa lei, quando se refere a uma criança,agora a um adolescente de 14 anos em diante não mesmo.Conheço caso e já presenciei adolescente ameaçando a mãe e o pai se caso tocassem nele seriam denunciados, a adolescente sai as 10:00 hrs da noite e só volta as 7:00 da manhã e a mãe não pode corrigir com umas palmadas com medo de serem presos.

    1. Teresa Surita disse:

      Márcio, é justamente por situações como essa que precisamos dessa lei, para fortalecermos a necessidade de uma educação baseada no diálogo e no carinho, fortalecendo as famílias como entidades fundamentais da educação. Precisamos vencer a cultura da violência e construir relações mais saudáveis para construirmos gerações voltadas para a paz!
      Obrigado por teu comentário!

  24. Vinicius Martins disse:

    Está de parabéns! Muito obrigado por tamanha inteligência e coragem. Estou certo que esta lei veio para somar e também prevenir que crianças cresçam como eu,cheios de lembranças ruins.

    1. Teresa Surita disse:

      Vinicius,

      Obrigada por compreender a importância deste projeto.

      Espero tê-lo outras vezes por aqui.

      Um abraço!

  25. Maria Zeranilda de L Ferreira disse:

    Quando crianças, eu e minhas irmãs, ao fazer-nos algo errado, minha mãe, semi-analfabeta, corria atrás de nós, com um chinelo para dar-nos uma palmada. Os momentos mais felizes desses episódios é que, quando conseguíamos fugir dela, davamos volta pela casa, e quando demorávamos um pouco para entrar, a sua raiva já tinha se esvainecido e não apanhávamos mais. Por nossa sorte, nossos pais apesar de semi-analfabetos, não tinham como rotina bater em seus filhos, mas sim advertir-nos.
    Hoje, tenho duas filhas que amo, uma de 23 anos e uma de 10. Em nenhuma delas, NUNCA dei sequer nenhuma palmada ou encostei a mão. Até porque acredito que somente se bate na hora da raiva. Quando a raiva passa, como acontecia com minha mãe, a palmada não acontecia. Eu admirava sua bondade e ainda admiro, pois graças a Deus, ainda é viva! Construímos uma relação familiar sólida baseada na confiança. Não consigo encarar com naturalidade uma pessoa enorme(um adulto) batendo numa criança(que normalmente tenta se defender com as mãozinhas na cabeça) como um fato normal.

    1. Teresa Surita disse:

      Maria Zeranilda,

      Precisamos de mais pessoas com esse pensamento.
      Parabéns pela família.
      Contamos com seu apoio para divulgar a importância do Projeto de Lei 7672/10.

      Esperamos tê-la outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  26. Clayton disse:

    O que pude concluir de toda esta questão é que estudos científicos não retratam o que o povo brasileiro acredita. Se basear em estudos científicos sem fazer uma pesquisa popular foi o maior erro desta PL. Sou casado, tenho dois filhos, nem me lembro qual foi a última vez que tive que dar umas palmadas em meu filho. Quando o faço faço com o coração partido, mas nunca sem ter um diálogo. E o diálogo não é só quando fazem algo errado, pois, sempre estou lhes instruindo, conversando com eles. Bem até hoje não vejo nenhuma anomalia nos meus filhos por terem já levado umas palmadas são sádios, inteligentes, alegres e ativos. Quando eu era criança apanhei muito de meu pai e nunca dialogou comigo. O que valia era o sim ou o não dele. Somente isto. É claro que hoje não concordo com este tipo de atitude, pois, isto sim pode até prejudicar. Mesmo diante da ignorância (falta de conhecimento quanto a métodos de educação e correção) do meu pai não sou uma pessoa revoltada, não tenho nenhum ódio de meu pai, pelo contrário, vivo muito bem com ele e o amo de coração. Meu QI nunca foi baixo, pelo contrário, sempre me destaquei nos estudos sendo entre os melhores alunos de minha sala. Por onde passei trabalhando também sempre me destaquei pela desenvoltura e habilidades desempenhando todas as funções com ânimo, alegria e coragem. E quero ressaltar que fui criado pelo meu pai e por muito tempo tendo madastra a qual muitas vezes fez com que eu e meus irmãos apanhassem sem motivo algum. E interessante que nenhum de nós somos revoltados hoje! Por que será? Nenhum de nós precisamos de acompanhamento psicológico! E olha que no nosso caso foi ao extremo, hein. Todos são casados, tem filhos, trabalham, estudam e estão vivendo suas vidas. Sabe o que mais é terrível na vida de uma criança? É ver seus pais se odiando, se separando. A lei que nosso legislativo tem aprovado não ajuda em nada as famílias, pois, a realidade da maioria não retrata a experiência da minoria (que nunca levou uma palmada). Sou totalmente contra a violência: chutar, empurrar, espancar, etc. Mas uma palmada que mal faz a uma criança! A lei deveria ter outro nome e não a lei da palmada. Precisamos de ser coerentes, pois, é certo que os mesmos que aprovaram a PL acabarão por usar a palmada em seus filhos. Se alguns nunca precisaram dar umas palmadas em seus filhos parabéns por isto, mas a verdade é que isto não pode ser aplicado a toda a nação. Em situações necessárias é preciso dar umas palmadas e mostrar para a criança o porque está levando as palmadas. Esta é minha convicção e não pretendo mudá-la. E não estou só nesta convicção. Infelizmente nossa nação não sabe criar leis, ela inventa e se esquece de coisas de suma importância como a SAÚDE que está um verdadeiro caos. Nenhum político levanta a sua voz, bem ativa para defender esta causa. Isto sim é uma violência contra o povo que estão morrendo nos hospitais. Mas agora nas eleições municipais o que não vai faltar é “defensores” da saúde pública, da educação, da segurança. Só Deus mesmo para ter misericórdia de nossas vidas.

    1. Equipe Blog disse:

      Clayton,

      Quem denominou o Projeto de Lei 7672/10 como Lei da Palmada foi a Imprensa. Neste projeto, em nenhum momento é citado este termo.

      A deputada Teresa acredita que o diálogo é a principal e deve ser a única ferramenta utilizada na educação de nossas crianças e adolescentes.

      A proposta em discussão é de uma mudança cultural gradativa na questão da educação e correção de crianças e adolescentes no sentido de erradicar essa noção arcaica de que é legítimo o uso da violência pelas instituições e pessoas a cargo da proteção e educação das crianças e adolescentes.

      Obrigado pela visita ao blog.
      Esperamos ter você outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  27. Arminio Junior disse:

    Olá Teresa,
    Realmente concordo de que não seja feito “tratamento cruel ou degradante”
    Mas realmente não abro mão de corrigi meu filho fisicamente caso ele me desrespeite como autoridade de pai.
    Um exemplo: Se um filho vai a escola e apreende com os colegas a fala que as pessoas são “Filho da Puta” e por mas que você já tenho orientado que isso não é algo bom de se falar para as pessoas eu muito menos para um Pai ou Mãe e ele continua a fazer aquilo e faz outras vezes. Eu prontamente o chamarei para conversar mas serio e explicar que ele/ela apanhará para apreender a respeitar quem quer que seja e não fica falando coisa imorais e indevidas. Uma peia é uma correção bem justificada quando aplicada de forma certa e no momento certo.
    São as pequenas atitudes não corrigida na infância ou adolescência que fazem os bandido que temos hoje na sociedade.

    Vejo que queres fazer um trabalho de orientação da população conforme vi na lei mas que tal orientar os pais a fazer a coisa da forma correta e não apenas tentar proibir algo que é milena.

    Tem gente que apreende so na conversa mas tem gente que so apreendo com dor mesmo.

    Sinceramente eu apenhei muitas vezes na minha vida e agradeço a cada vez que minha mão e meu pai me corrigiram e me fizeram um homem melhor.

    Lembre-se que após esta lei ser aprovada haverá um efeito na sociedade e se for para ruim então você será a maior responsável.

    Sua ideia de educar os pais é boa mas precisa ser colocar da maneira adequada e ainda mais porque nenhuma criança é igual a outra então não existe formula para educar.

    A estatística que usas é muito fraca pois na estatística existe bilhões de parâmetros a serem considerados para se dizer que algo é com certeza o que se esta dizendo. Se usares apenas o que te interessa como meio de influenciar algum resultado então é uma arma mortal mas se vires o todo e entender todos os parâmetros então estais usando com consciência.
    Usar a estatística para comprovar o que dizes a respeito de palmada de nada vale se a amostragem for pequena visto no numero de parâmetro.
    Se temos 7 bilhões de pessoas no mundo e usas apenas 1 milhão para o resultado final então sua chance de erro é de pelo mesmo 90%. O universo amostra deveria de ser de pelo menos 1 Bilhão.

    1. Equipe Blog disse:

      Arminio,

      A deputada Teresa acredita que o diálogo é a principal e deve ser a única ferramenta utilizada na educação de nossas crianças e adolescentes.

      Convido você a ler os seguintes textos:

      “Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

      “Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

      “Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html

      Obrigado pela visita ao blog.
      Esperamos ter você outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  28. Anderson disse:

    Vejo essa lei como uma autoterapia de quem possa ter sofrido abusos sérios de violência na infância e agora resolveu criar uma lei radical contra qq tipo de palmada. Dados científicos são genéricos a personalidade de uma pessoa que é singular.

    Levei muitas chineladas na infância e hj ergo a mão pro céu pelas chineladas recebidas e claro que absolutamente antes de qualquer chinelada meus pais sempre tentavam na conversa, era sempre da seguinte forma: Eu aprontava, minha mãe batia e virava um anjo num passe de mágica >>> eu aprontava meu pai gritava falava que ia bater fazer e acontecer aí eu aprontava denovo, aí meu pai dava sermão denovo e eu aprontava denovo e minha mãe falava “ué vc num reclama qdo eu bato nele então agora resolve aí do seu jeito” aí levei uma coça e ponto virei anjo novamente.

    Me lembro como se fosse ontem, tive várias possibilidades de usar drogas na escola qdo criança mas nunca usei não por receios das consequências e sim por medo da surra que eu levaria se meus pais descobrissem foi só por isso pq como qq criança eu não tinha a mínima maturidade de separar o certo do errado, aliás foi por causa de um comentário que um colega de escola que entrei nesse fórum, me lembro como se fosse ontem qdo ele disse: “Castigo é o de menos o problema é a surra que vo levar se meu pai descobrir”. Ele e outros estavam fumando maconha no banheiro da escola. Volto a repetir a única coisa que me bloqueou de “entrar na onda da rapaziada” foi o medo de apanhar por causa daquilo. Pow eu tomei meu primeiro porre com 12 anos, lógico sempre escondido pq sabia que o chinelo iria cantar tb mas como eu tinha a consciência que com bebida o castigo não seria tão sério com drogas eu fazia a festa na cerveja.

    Outro fato que fez eu entrar nesse fórum é uma cena que presenciei com algumas adolescentes. Todas de um condomínio de classe média que eu morei alguns anos: Elas estavam nervosas uma delas chegou a chorar de tanto nervoso, pq foram comprar maconha numa favela e aconteceu algo que elas saíram correndo desesperadas da boca de fumo e por conta disso atravessaram uma rua muito movimentada com radar de 80km/h sem olhar pro lados tamanho era o desespero. A conversa foi fluindo e uma delas disse que tava rolando boatos que alguém caguetou que elas estavam usando drogas e que o inspetor de alunos iria chamar os pais pra contar o fato, e pasmem uma das meninas disse “eu vou ter que virar uma atriz,, vou chorar forçado olhar nos olhos deles (pais) e perguntar se vão acreditar na filha deles ou no que estranhos falam” foi assim mesmo!!!, e foi traçando toda uma estratégia mirabolante pro caso da casa cair pro lado dela, pra resumir a tal menina do teatro não tava preocupada em levar sermão ela tava nervosa pelo medo de panhar. Rolou mais coisas ainda mais chocantes que nem vou comentar pra não comprometer a provacidade dela.

    Aí eu pergunto, como educar um adolescente com uma personalidade desse tipo que agora se sentirá ainda mais intocável protegido pela lei?

    Também entrei nesse debate para deixar meus parabéns, pois vcs deram o primeiro passo pra criar uma nova geração de crianças que deixarão de apanhar em casa pra apanhar na rua. Criar uma lei pra freas os constantes casos de violência que estão cada vez mais frequentes era preciso mas de forma correta e não desproporcional, tudo que é exagerado não tem o seu devido efeito e essa lei é um exemplo disso, pois todos os espancadores de crianças continuarão espancando.

    Lembro de um caso de umas crianças que procuraram ajuda do conselho tutelar pq estavam sendo espancados pelos pais, e seguindo o padrão da cartilha as crianças foram encaminhadas de volta pra casa e logo em seguida essas crianças foram degoladas, essa lei não tem nenhum efeito inibidor pro tipo de monstro capaz de fazer isso com seu próprio filho, pois enquanto vcs concentram o foco nas chineladas, os espancadores continuarão agindo. ao invés de resolver o problema vcs começaram a criar outro, lamentável essa lei.

    1. Equipe Blog disse:

      Anderson,

      Sugiro que conheça o Projeto de Lei, lendo o substitutivo no link a seguir ~>
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

      Convido você a ler também os seguintes textos:

      “Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

      “Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

      “Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html

      Obrigado pela visita ao blog.
      Esperamos ter você outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  29. Marlóca disse:

    ok, estudo pedagogia e uma de nossas tarefas e falar sobre a melhor postura para uma boa educação….
    Li e reli o artigo e seus comentário sobre a lei da palmada e percebi que o pessoal do blog deve ter passado por uma lavagem cerebral…. isso sim LAVAGEM… dizer que a população se conscientizou do uso do cinto e para de fumar em locais fechados por meio de palavras…. há vamos lá…. acordemos para o mundo…. a população só fez é seguir regras… e que se fossem infringidas a pessoa ganharia uma bela muta e pontos na sua carteira… e com questão a não se fumar, a multa também está valendo, mas não para o fumante, mas sim para o dono do estabelecimento….
    Acordem por favor… ok defender uma ideia, mas tenham o pé na realidade e chega de nos fazer de palhaços, porque o que mais querem os nossos governantes e que tenhamos nossos olhos direcionados em outra direção enquanto eles continuam a fazer as barbaridades deles……

    1. Equipe Blog disse:

      Marlóca,

      Convido você a ler os seguintes textos:

      “Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

      “Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

      “Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html

      Obrigada pela visita ao blog.
      Esperamos ter você outras vezes por aqui.

      Um abraço!

  30. Carlos Eduardo Moura disse:

    Prezada Relatora

    Interesso-me muito sobre esse tema, que é de suma importância e, além de tudo, muito polêmico. Estou fazendo meu projeto de pesquisa baseado nessa lei e peço a sua ajuda para que eu possa fazer um excelente projeto e tenha bastante subsídios a fim de que faça um projeto digno deste tema.
    Certo da ajuda, já agradeço a atenção!

    Carlos

    1. Equipe Blog disse:

      Carlos,

      Parabéns pela escolha do tema. O Projeto de Lei 7672/10 é um marco na defesa dos direitos de crianças e adolescentes no país.

      Em que poderemos ajudá-lo?

      Esperamos tê-lo outras vezes por aqui.

      Um abraço!

  31. Carlos Alberto disse:

    Olá Deputada Teresa…
    Tenho lido a cada artigo publicado sobre o assunto aqui abordado, pois sou de família humilde e sofri com essa criação , fui humilhado por pais e irmãos mais velhos durante minha infância, com dificuldade de aprendizagem não terminei o ensino fundamental parando na 4º serie, Só com a ajuda de um profissional que pude romper com varias barreiras que se levantaram em minha vida por causa de uma criação que me deixava sempre com baixa alta estima , hoje com 37 anos curso 2 período de Geografia e me interesso por esse tema. Pois sei o mau que umas palmadas causam em uma criança .

    1. Equipe Blog disse:

      Carlos Alberto,

      Inúmeras pesquisas científicas comprovam que uma educação baseada em castigos físicos, ao invés de educar, prejudica o desenvolvimento de crianças e adolescentes. Os danos físicos e psicológicos são muitos.

      A deputada Teresa está trabalhando para que este projeto seja aprovado e sancionado o mais breve possível.

      Obrigado pela visita ao blog.
      Um abraço!

  32. Fernanda Santiago disse:

    Eu sou a madastra de um menino de 11 anos de idade,que não obedece ninguem, eu e o pai dele consamos de conversar com ele, mas mesmo assim ele nos enfrenta e tudo isso começou por causa desta lei da palmada a vó dele como sempre, passou a mão na cabeça dele e vive denunciando a gente para o conselho tutelar por colocar ele de castigo e dar umas palmadas de vez em quando, porem quando ele morava com ele bateu nela e na tia varias vezes ameaçando as mesmas com uma faca, isto que naquela época ele só tinha 8 pra 9 anos de idade. Hj enfrento um problemas por causa de uma criança que infelizmente esta virando um marginal por causa desta lei. Pois qualquer coisa ele mente que apanha e o conselho tutelar vem atrás.

    1. Equipe Blog disse:

      Fernanda,

      O Projeto de Lei 7672/10, conhecido popularmente como Lei da Palmada, ainda não foi aprovado e sancionado pelo Executivo. Desta forma, não está em vigor. Além disso, o referido projeto não é punitivo. É educativo! Ele prevê a realização de campanhas educativas voltadas a orientar os adultos sobre os malefícios à saúde física e mental provocados por uma educação baseada na violência.

      Sugerimos alguns textos que enriquecerão nosso debate, além de fornecerem mais informações sobre o assunto em discussão.

      “Você conhece a Lei da Palmada?” ~> http://www.teresasurita.com/2012/02/voce-conhece-a-lei-da-palmada.html

      “Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

      “Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

      “Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html
      Conheça o substitutivo ao PL 7672/10 ~>

      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

      Um abraço!

  33. brbr disse:

    A lei da palmada foi ou não aprovada? esta ou não em vigor?

    1. Equipe Blog disse:

      brbr,

      O Projeto de Lei 7672/10, conhecido como Lei da Palmada, foi aprovado pela Câmara dos Deputados. Porém, para que vigore, é preciso ainda a aprovação dele pelo Senado e sanção presidencial.

      Obrigado pela visita ao blog.
      Esperamos ter você outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  34. João Henrique disse:

    Bom dia, Deputada.

    Fazendo uma leitura do projeto de lei em questão, não verifiquei a previsão de vedação em relação a VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA. Sou favorável a alteração do Estatuto da Criança e do Adolescente, acredito que nossas crianças e adolescentes devem ser educados sob o prisma do diálogo e do bom convívio familiar, uma vez, que são estes os pilares fundamentais para o desenvolvimento do ser humano em sentindo amplo. Estou fazendo um trabalho acadêmico e o tema é o projeto de lei citado e motivo do debate aqui no site que diga-se de passagem é um grande elo que liga vocês, AGENTES POLÍTICOS com a sociedade. Peço a Sra. Deputada que se manifeste em relação a violência psicológica e que a equipe do Blog possa fornecer outros textos além dos já mencionados anteriormente para que sirva de balizamento e embasamento para defender o tema na esfera acadêmica.

    Obrigado.

    Os textos podem ser enviado no meu e-mail – joaohenrique_rezende@hotmail.com

    1. Equipe Blog disse:

      João Henrique,

      Assim como você, acredito que o diálogo é a principal e deve ser a única ferramenta utilizada na educação de nossas crianças e adolescentes.

      Em relação à violência psicológica, na ementa do substitutivo que apresentei está especificado que o PL 7672/10 pretende “estabelecer o direito da criança e do adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante”.

      É possível conferir neste link ~> http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos?idProposicao=483933

      Esperamos ter esclarecido sua dúvida.

      Contamos com seu apoio para divulgar a importância do projeto.

      Esperamos tê-lo outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  35. Mãe disse:

    O ESTADO NÃO TEM O DIREITO DE SE ENVOLVER NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS, COM A SOCIEDADE DE HOJE E A EDUCAÇÃO DE HOJE, SUPER PERMISSIVA TEMOS MUITO MAIS CRIME E BANDIDAGEM NAS RUAS, ISSO É FRUTO DA NOVA GERAÇÃO DE CRIANÇAS QUE NÃO RECEBERAM LIMITES.

    IMAGINE SE O PAI E A MÃE NÃO PUDEREM MAIS ENCOSTAR EM SEUS FILHOS O TIPO DE SOCIEDADE QUE TEREMOS DAQUI A 20 ANOS.

    1. Equipe Blog disse:

      Mãe,

      A deputada Teresa acredita que o diálogo é a principal e deve ser a única ferramenta utilizada na educação de nossas crianças e adolescentes.
      Convido você a ler os seguintes textos:

      “Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

      “Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

      “Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html

      Obrigado pela visita ao blog.
      Esperamos ter você outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  36. Mell disse:

    Acho que se um pai e uma mãe não conseguem impor limites aos seus filhos, não é por conta de uma lei; isso se deve ao relaxamento na educação que dõ aos filhos. Muitas vezes achamos que a criança ou o adolescente é desobediente ou sem limites. Mas, e nós? como somos? como agimos? Devemos lebrar que a criança nasce como um papel em branco; seu caráter e formção e desenvolvida aos poucos, com a orientação de pai, mãe e outros parentes. Como será que esta orientação est´´a sendo dada? Vamos pensar um pouco. Às vezes o problema está no tratamento que o adulto dispensa à criança/adolescente. Mas isso é dificil de enxergar. Acho que esta lei é válida, pois muitas crianças são tratadas como “saco de pancadas”. Devemos lembrar que o adulto tem mais poder contra a criança e, desta forma, se torna uma covardia bater nelas, ainda mais se for com algum tipo de material como cintos, chinelos, palmatórias etc.; ai já vai ser um adulto armado e uma criança desarmada!!!!

    1. Equipe Blog disse:

      Mell,

      Obrigado por compreender a importância deste projeto.
      Esperamos tê-la outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  37. Mãe de 2 disse:

    Prezada Relatora,

    Desculpe,mas não concordo com essa lei…Nem com o parecer dos psicólogos…Tenho 32 anos,fui educada por minha mãe na base da palmada…Seja na mão ou no chinelo…Não fiquei traumatizada,não tive problemas psicológicos por causa disso…Nem tive meu QI alterado,pelo contrário,sempre fui uma das melhores alunas da minha sala.Minha mãe nunca me espancou,nunca me bateu com cinto,ou vara,nem nada parecido…e desde menina ela me ensinou q isso era errado,e depois de adulta sempre fui contra.Tenho duas filhas,uma de 10 anos e uma de 1 aninho…Sempre criei a de 10 primeiro tentando conversar,e quando minha palavra não fazia efeito,eu dava uma palmada…Mas dei mto palmadinha,até ela entender o q era um castigo,o q acontece por volta do 4,5 anos…Antes disso,a criança não entende o q é castigo…E mtas vezes não entende o q vc fala…Como educar?A palmada,sendo dada com moderação,ensina a criança q o q ela fez tá errado,e por isso ela apanhou.Eu acho q um espancamento,sim,pode trazer problemas para a criança ou o adolescente…Mas uma palmada?O pai da minha filha de 10 anos está com a guarda provisória dela,no momento,por causa dessa lei,a delegada q nos atendeu queria me prender em tudo,como se eu fosse uma criminosa…Eu apenas dei uma palmadinha na minha filha para educá-la…E os vizinhos alegaram q eu espancava minha filha,todos os dias…Sendo q ninguém nunca viu isso….Olha,cada um sabe da sua vida,cada um sabe o(a) filho(a) q tem,e como educá-lo…Ninguém sabe o q se passa REALMENTE na casa do outro…Acho q ninguém,nem msm o Estado,pode interferir nisso…A não ser claro,no caso de espancamentos…

    1. Equipe Blog disse:

      Mãe de 2,

      A deputada Teresa acredita que o diálogo é a principal e deve ser a única ferramenta utilizada na educação de nossas crianças e adolescentes.

      É importante ressaltar que o Projeto de Lei 7672/10, conhecido popularmente como Lei da Palmada, só entrará em vigor após ser aprovado pelo Senado e sancionado pelo Executivo.

      Obrigado pela visita ao blog.
      Um abraço!

  38. Ana Paula Balestre disse:

    Discordo da aprovação de tal Lei.

    Querem destruir tudo que resta da família, é cartilha pra ensinar homossexualismo, é progressão continuada para as crianças continuarem analfabetas, é derrubando a autoridade dos pais… Eu não sei onde vamos parar!

    Espero que junto ao Projeto já haja o planejamento de muitas unidades Febens ou Fundação como queira, a serem constrúidas nas próximas décadas.

    É o cúmulo!

    1. Equipe Blog disse:

      Ana Paula,

      Entendemos a sua preocupação. Porém, acreditamos que o diálogo deve ser a base para a educação de crianças e adolescentes. Atualmente, 32 países possuem leis para proteger esta faixa etária de castigos físicos com o intuito de educar. Há, inclusive, nações que há mais de 30 anos aboliram a violência da educação e são exemplos para o mundo.

      A lei quer, por meio de campanhas educativas, promover uma mudança cultural no Brasil, que deve ocorrer gradativamente. Não há punição nem perda da guarda dos filhos por parte dos pais. Haverá educação!

      Conheça o substitutivo ao PL 7672/10 ~>
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

      Obrigado por sua visita ao blog.
      Esperamos tê-la outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  39. RENATO SILVA disse:

    OLÁ DEPUTADA AO CONTRÁRIO DOS COMENTÁRIOS ACIMA CITADO,SOU TOTALMENTE A FOVOR DESTA LEI,POIS CRIANÇAS NÃO SÃO ANIMAIS PARA SEREM TRATADAS A PONTA PÉS,TENHO DOIS FILHOS UM DE 4 ANOS E UMA DE OITO E MORAM COM A MÃE PORÊM AI DELA SE ENCOSTAR O DEDO NELES,SE EU DESCOBRIR IREI DIRETO A DCA.MAS GOSTARIA D TIRAR UMA DÚVIDA COSO ISSO ACONTEÇA,COMO DEVO PROSSEGUIR,OQUE DEVO FAZER,POIS TENHO ALGUMAS SUSPEITAS DA MÃE E DA AVÓ DELES SOBRE AGREÇAO FÍSICAS AOS MESMO.AGUARDO RESPOSTA,UMA ORIENTAÇÃO SOBRE O ASSUNTO>

    1. Equipe Blog disse:

      Renato,

      É bom saber que você é favorável ao PL 7672/10. Ele será um instrumento importante para a proteção de nossas crianças e adolescentes.

      Em relação à sua dúvida, caso haja evidências de que seus filhos sofram agressões físicas ou psicológicas, sugerimos que procure o Conselho Tutelar de sua cidade.

      Obrigado pela visita ao blog.
      Um abraço!

  40. eduardo disse:

    eu sou contrario esta lei, pois em nosso ordenamento juridico ja tem formas de punição para tal ato, mas se fosse possivel a senhora me mandar a intenção desta lei qual o intuito, a finalidade , como vai ser a forma de fiscalizaçao,pois interesso pelo assunto,tanto é que meu tema de conclusao de curso e este , desde ja muito obrigado

    1. Equipe Blog disse:

      Eduardo,

      Parabéns pela escolha do tema de seu Trabalho de Conclusão de Curso.

      Sugerimos que você conheça o substitutivo ao PL 7672/10 ~>
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

      Atualmente, em nosso ordenamento jurídico não existem as medidas presentes no referido projeto.

      É importante ressaltar que não há interferência no poder familiar. A medida não prevê perda de guarda nem punição aos pais. A popularmente conhecida como Lei da Palmada quer promover uma mudança cultural para que nossas crianças e adolescentes não sejam cuidados e educados com base em agressões físicas e psicológicas.

      Esse processo se dará de forma educativa. Por meio de campanhas, os adultos terão acesso a informações referentes às desvantagens de uma educação baseada na violência ao desenvolvimento físico e psicológico de nossos meninos e meninas.

      Esperamos ter ajudado você.
      Obrigado pela visita ao blog!
      Volte outras vezes.
      Um abraço!

  41. Caroline disse:

    Boa noite, estou escrevendo um artigo sobre a lei e gostaria de saber mais sobre o assunto e gostaria de saber como ficam as mudanças no poder familiar dos pais e se esta lei não seria mais uma intervenção do Estado no poder familiar? Teria eficácia, como seria feito o controle. São alguns questionamentos do meu artigo, mas que gostaria de saber a opinião de vocês também. Aguardo, obrigada

    1. Equipe Blog disse:

      Caroline,

      O Projeto de Lei 7672/10 não interferirá no poder familiar. A medida não prevê perda de guarda nem punição aos pais. A popularmente conhecida como Lei da Palmada quer promover uma mudança cultural para que nossas crianças e adolescentes não sejam cuidados e educados com base em agressões físicas e psicológicas.

      Esse processo se dará de forma educativa. Por meio de campanhas, os adultos terão acesso a informações referentes às desvantagens de uma educação baseada na violência ao desenvolvimento físico e psicológico de nossos meninos e meninas.

      Sugerimos abaixo alguns textos que fornecem mais informações sobre o PL 7672/10.

      “Você conhece a Lei da Palmada?” ~> http://www.teresasurita.com/2012/02/voce-conhece-a-lei-da-palmada.html

      “Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

      “Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

      “Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html

      Conheça o substitutivo ao PL 7672/10 ~>
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

      Obrigado pela visita ao blog!
      Esperamos tê-la outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  42. Carla Lopes disse:

    Após ler tantos comentários discordantes à Lei da Palmada, vejo que a infeliz tradição de punir crianças com “palmadinhas” não será tão simples de ser modificada, no entanto, acredito que a lei seja necessária e mais, espero que as pessoas tomem consciencia de que isso não é natural e passem a denunciar casos de maus tratos contra crianças. Quem melhor para policiar ou cobrar que a lei seja cumprida do que nós mesmos testemunhas?
    Tenho 28 anos, levei palmadas quando criança, não sou revoltada com isso, mas revolto-me ao ver crianças sofrendo agressões físicas, verbais e psicológicas. Tenho uma filha de 6 anos que nunca precisou levar um beliscão para saber o que é certo ou errado, para saber respeitar a mim e aos outros. Acredito e minha filha é a prova de que criança não precisa ser educada com castigos físicos, e que o diálogo é a chave para a formação não só de uma criança saudável, carinhosa e sociável como de um adulto mais humano.
    Nossos filhos são o reflexo do que somos, e se queremos que eles sejam melhores devemos primeiro melhorar nossas atitudes perante eles.
    Eu apanhei, mas meus filhos não levarão isso com eles, não tratarão seus filhos como se fossem um objeto. BATER NÃO É EDUCAR É COVARDIA.

    1. Equipe Blog disse:

      Carla,

      Obrigado por sua visita ao blog e por seu comentário.
      Contamos com seu apoio para divulgar o Projeto de Lei 7672/10.

      Esperamos tê-la outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  43. Paula Inácia E. dos Santos disse:

    Boa tarde!

    Sou de uma geração em ue não existia o ECA, não existia lei da pamada. Fui criada e educada com disciplina e limites e sempre que se fazia necessário apanhava, sim. Não morri, não sou traumatizada, o meu QI não diminuiu, não sou depressiva, aprendi a respeitar os meus pais e qualquer pessoa. Hoje em dia, com todas essas leis de proteção a menores e adolescentes, deveríamos ter crianças e adolescentes melhores, mais equilibrados, mas não é o que vemos. Estamos cercados de menores sem qualquer noção de limites, violentos, alienados, preguiçosos, que não sabem o que é respeito às leis e às pessoas. Criar leis é fácil, minha senhora. Já vi cada lei absurda que alguns colegas seus tentaram criar!!! Quero ver vcs criarem leis inteligentes e que beneficiem de fato as pessoas. Quero ver vcs criarem leis que diminuam a desgualdade social. Quero ver vcs criarem condições pra que os pais e mães possam sair pra trabalhar todos os dias e tenham onde deixar seus filhos, ao invés de deixa-los sozinhos em casa e, consequentemente, à mercê de toda sorte de perigos e influências. Isso vcs, deputados, não fazem. Seria esperar demais de vcs.

    1. Equipe Blog disse:

      Paula,
      Obrigado pela visita ao blog!

      Inúmeras pesquisas comprovam que a violência prejudica o desenvolvimento pleno de nossas crianças e adolescentes. Estes estudos não demonstram eficácia de palmadas, beliscões, puxões de cabelo e orelha, chineladas, dente outros, na educação.

      O que educa são os exemplos, o diálogo. É isso o que o Projeto de Lei 7672/10 pretende. Após aprovado e sancionado, contaremos com campanhas educativas permanentes em todo o país voltadas a coibir a aplicação de castigos físicos.
      Os adultos têm o direito de serem informados sobre as desvantagens que uma educação baseada na violência traz à criança e ao adolescente.

      Eles também têm o direito de saberem que o diálogo é eficaz para promover a educação de nossas crianças e adolescentes.

      Queremos construir uma cultura de paz no Brasil

      Esperamos tê-lo outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  44. Priscila disse:

    Olá…
    è dever dos pais cuidar e orientar o filhos….
    O que me diz quando um adoslescente irresponsável… induzido a fazer coisas erradas poderá ser corrigido… diálogo… se não que saber? Quer se envolver com maus elementos e pessoas ou situações que vão de desacordo com outras leis… indo de encontro com a criminalidade… que tal o Estado assumir a tutela destas crianças…; conversa somente… então a fundação casa teria se estinguido…
    Se conversa e não se ouve , muito menos obedece… a base para a legislação é a lei da Moral primeiramente!!! ?

    1. Equipe Blog disse:

      Priscila,

      Como já comentamos anteriormente, o que se pretende com o Projeto de Lei 7672 é criar no Brasil uma cultura de paz, na qual o diálogo seja a base da educação de nossas crianças e adolescentes.

      Obrigado pela visita ao blog.

      Um abraço!

  45. Diego disse:

    Boa tarde.
    Lendo todos os comentários e respostas, tenho umas pergunta:

    Qual a porcentagem de sucesso de jovens educados em famílias que são totalmente contra a simples palmadas em comparação com o contrário?

    Qual a porcentagem de usuários de drogas que tenham vindo de famílias que assumem a possibilidade de usar as palmadas com outras que não admitem jamais este uso? E esta pergunta também se estende a outros tipos de crimes. Em resumo, gostaria de obter estatísticas de fato comprovadas que o melhor método de educação deve ser definido pelo governo (abolição total do tapa no bumbum) e não pelos pais das crianças, que estão no dia a dia com os jovens? São multiplos temperamentos a serem analisados.

    Pelo que vejo, os comentários da equipe do blog se atém a “desejos”, “crenças”, “ambições”, “tratados”, mas sinceramente estas estatísticas a longo prazo ainda não nos foram mostrados.

    Adoraria conhece-las.

    Ahh, para enriquecer o debate, coloco também uma página pública no facebook. Por favor, peço que todos os leitores a conheçam!

    1. Equipe Blog disse:

      Diego,

      Sugerimos alguns textos que fornecem mais informações sobre o assunto em discussão.

      “Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

      “Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

      “Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html

      Conheça o substitutivo ao PL 7672/10 ~>
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

      Obrigado pela visita ao blog!
      Esperamos tê-lo outras vezes por aqui.
      Um abraço!

  46. Paulo César Aparecido Efigênio disse:

    CARA DEPUTADA TERESA SURITA. CONTINUO FAZENDO MINHA MONOGRAFIA SOBRE O SEU PROJETO DE LEI. PRECISO E GOSTARIA MUITO QUE A SENHORA ME ENVIASSE SITES DE FUNDAMENTAÇÃO CIENTÍFICA PARA FUNDAMENTAR O SEU PROJETO. MUITO OBRIGADO. AH, REITERO O CONVITE PARA QUE A SENHORA OU UM DE SEUS ACESSORES FAÇAM PARTE DA PLATÉIA NO DIA EM QUE EU FOR APRESENTAR O MEU TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE DIREITO INTITULADO “O PROJETO DE LEI DA PALMADA E A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA’.

    1. Equipe Blog disse:

      Paulo César,

      Agradecemos o convite!

      As informações que dispomos sobre o assunto já disponibilizamos no blog da prefeita.

      Algumas delas são:

      “Castigo físico reduz QI, sugere estudo” ~> http://www.teresasurita.com/2012/03/castigo-fisico-reduz-qi-sugere-estudo.html

      “Palmada não educa, conclui análise de 20 anos de pesquisas” ~> http://www.teresasurita.com/2012/04/palmada-nao-educa-conclui-analise-de-20-anos-de-pesquisas.html

      “Crianças e adolescentes, sujeitos de direitos” ~> http://www.teresasurita.com/2011/12/criancas-e-adolescentes-sujeitos-de-direitos.html

      Conheça o substitutivo ao PL 7672/10 ~>
      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_pareceres_substitutivos_votos;jsessionid=63AD52828D7142E79356414185F3814B.node2?idProposicao=483933

      Obrigado pela visita ao blog!
      Esperamos tê-lo outras vezes por aqui.
      Sucesso em sua monografia.
      Um abraço!

  47. marcus disse:

    essa lei vai de encontro a palavra de DEUS, POIS EM PROVERBIOS 23,13-14 , ENSINA QUE CASTIGAR A CRIANÇA COM VARÁ NÃO A MATARÁ, SO NÃO PODE O ESPANCAMENTO , POIS O MESMO NÃO É APROVADO POR DEUS, MUITAS HOMENS DE BOM CARÁTER , APANHARAM NA SUA INFÂNCIA , E NÃO TIVERAM NENHUMA DOENÇA PSICOLÓGICA .

  48. Alexandra disse:

    Boa tarde Sra. Teresa Surita. Tenho interesse sobre o tema, e gostaria de saber se o PL 7672 ainda encontra-se para aprovação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania?
    Att.

    1. Equipe Blog disse:

      Alexandra,

      O PL 7672/10 ainda está na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania da Câmara pronto para ser apreciado.

      É possível acompanhar o andamento da medida neste link ~> http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=483933

      Um abraço!

  49. Rayllander disse:

    Gostaria de saber se a lei esta valendo … Por que conheço uma menina de 13 anos que os pais batem,puxam cabrlo,chingam ! E gostaria de saber o que poderia ser feito , e essa menina pode sair de longe dos pais ?

    1. Equipe Blog disse:

      Rayllander,

      O PL 7672/10 ainda está na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania da Câmara pronto para ser apreciado.

      É possível acompanhar o andamento da medida neste link ~> http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=483933

      Nesse caso, o mais aconselhável é que busque ajuda junto ao Conselho Tutelar de sua cidade, que vai orientar esses pais.

      Esperamos ter ajudado você!
      Um abraço!

Deixe uma resposta

Seu e-mail não será publicado.

Você pode usar estas tags e atributos HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>