08/03/2012 – Assassinato de criança pela mãe adotiva, em Curitiba, Estado do Paraná;
01/03/2012 – Importância da aprovação do PL 7672/2010;
15/12/2011 – Aprovação do Projeto de Lei nº 7.672/2010;
08/11/2011 – Apoio ao Projeto de Lei nº 7.672/2010;
05/10/2011 – Aniversário do Estado de Roraima;
27/09/2011 – Importância do PL 7672 para nossas crianças e adolescentes;
06/09/2011 – Aplicação de castigos corporais em crianças e adolescentes;
11/08/2011 – Seminário sobre o Crack e outras Drogas Ilícitas;
08/08/2011 – Protagonismo Juvenil;
04/08/2011 – Lei Maria da Penha;
02/08/2011 – Empreendedorismo;
14/07/2011 – Revisão da política nacional de combate às drogas;
06/07/2011 – Necessidade de alteração da sistemática de distribuição de mamógrafos no País;
21/06/2011 – Defesa de criação da Rede Nacional de Atendimento e Apoio ao Dependente Químico e seus Familiares;
07/06/2011 – Defesa de expansão do Programa Nacional de Triagem Neonatal;
30/05/2011 – Realização de seminário sobre o novo Plano Nacional de Educação (PNE), em Boa Vista, Estado de Roraima;
10/05/2011 – Necessidade de implantação de políticas públicas destinadas às pessoas de baixa renda;
09/05/2011 – Elaboração do novo Plano Nacional de Educação (PNE);
25/04/2011 – Alerta sobre o tráfico e o consumo no País de nova droga denominada oxi;
13/04/2011 – Comprometimento de Teresa Surita com as demandas da juventude;
06/04/2011 – Denúncia de estupros diários de menores no Estado de Roraima;
22/03/2011 – Importância do consumo racional da água e de preservação dos mananciais brasileiros de água doce;
21/03/2011 – Combate às discriminações contra as populações negras e indígenas brasileiras;
23/02/2011 – Recadastramento de beneficiários do Programa Bolsa Família;
17/02/2011 – Apresentação à Câmara Federal.
17/02/2011







14 comentários
myrthes mota nattrodt disse:
21 de agosto de 2011 em 21:23 (UTC -4)
beijo saudade bom
myrthes mota nattrodt disse:
21 de agosto de 2011 em 21:25 (UTC -4)
bom beijo saudade
Leandro disse:
24 de dezembro de 2011 em 9:14 (UTC -4)
Sou contra a sua lei como a maior parte dos brasileiros. É um absurdo o estado querer se intrometer na educação das famílias. Quanto maior as leis que tiram a autoridade dos pais , mais a violência aumenta neste país, pense nisto faça uma pesquisa histórica para comprovar.
Teresa Surita disse:
27 de dezembro de 2011 em 13:07 (UTC -4)
Leandro,
obrigada pela sua mensagem!
Sugiro que leia o artigo “Lei contra a punição física: Uma palavra aos cristãos que valorizam a Bíblia como orientação para a vida”.
Abraço,
Teresa Surita
Leandro disse:
24 de dezembro de 2011 em 9:25 (UTC -4)
Só lembrando que vocês são representantes do povo e devem atentar para nossas expectativas, idéias e posicionamentos, pois,se não nos representam também não precisam ocupar este cargo.
Pv 23: 13-14 “não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara não morrerá.
Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.”
Teresa Surita disse:
27 de dezembro de 2011 em 13:02 (UTC -4)
Leandro,
obrigado por enviar sua opinião! É muito importante conhecer as preocupações citadas.
No entanto, peço que conheça em detalhes a proposta aprovada. De nenhuma maneira interfere nas famílias. Veja o texto aprovado na Página do PL7672/2010 no sítio da Câmara dos Deputados.
Uma “lei da palmada” não foi aprovada. O texto aprovado substitui a proposta original, tendo-a mudado muito.
No texto aprovado não há intervenção na família, pois entendo que deve ser respeitada sua autonomia.
É uma lei que basicamente cria mecanismos para articular os serviços que já existem no Governo (saúde, educação, assistência social, Conselhos Tutelares etc) no sentido de apoiar as famílias que estão mais vulneráveis. O mesmo é previsto para os servidores públicos que lidam com crianças e adolescentes.
Também determina que aconteçam ações educativas e informativas para ensinar formas não violentas de educação e o conhecimento dos direitos humanos de crianças e adolescentes.
Essas ações são uma reorganização do que já existe e não implicam em mais gastos de recursos.
Todos concordamos que as crianças devem ser protegidas, já que estão em processo de formação. É disso que trata a lei.
Mas o debate não terminou ainda. A proposta aprovada na Câmara ainda vai para a análise do Senado Federal.
Conte comigo para a defesa das políticas de direitos humanos, das crianças e adolescentes, de educação, da saúde e da assistência social, enfim, de todas as políticas sociais.
Um abraço,
Teresa Surita
rogerio .silva disse:
18 de abril de 2012 em 12:32 (UTC -4)
Ola deputada,sou contra o espancamento das nossas crianças, mas essa lei ta meio equivocada , pois os pais estão perdendo direito de corrigir seus filhos, primeiro a senhora devia fazer uma pesquisa com a sociedade não só na capital mas também no interior ai sim, ver a opinião da sociedade. O estatuto do E.C.A esse sim podia ser revisto , pois adolescente estão barbarizando a sociedade, e não podem ser punidos. Trabalho com crianças ha doze anos, em uma escola tenho visto tantas coisas, muitas das vezes, os pais saem pra trabalhar os filhos por não ter o que fazer o não obedecem mas os pais, vão para rua e ficam a mercê dos traficantes, a realidade do nosso interior, é bem diferente do que todos pensam, o congresso devia fazer alguma coisa pra ajudar,nossos brasileirinhos, quantos pai de família sofrem com isso sei ha vários programas do governo, mas ha maioria nem tem resultado principalmente no interior, me desculpe deputada, sei que senhora não tem nada haver com a maioria das coisas que eu disse aqui , mas é uns dos nossos representante, e pode falar com seus colegas e estudar meios de ajudar a nossa sociedade muito obrigado
Teresa Surita disse:
18 de abril de 2012 em 16:58 (UTC -4)
Rogério,
De nenhuma forma o projeto de lei 7672, conhecido como ‘Lei da palmada’, nega o papel da família na educação da criança e do adolescente. Ao contrário, visa fortalecê-lo e promover as condições para que se faça da forma mais harmônica, preservando a qualidade das relações intrafamiliares e reconhecendo como fundamental a convivência familiar.
O projeto pretende favorecer a divulgação de formas de educação sem o uso da violência. Caberá aos pais decidirem a melhor forma de ensinar os filhos. Queremos dar instrumentos para que as famílias e as instituições do Estado eduquem respeitando as crianças e os adolescentes como seres humanos que têm o direito de não sofrerem violências ou tratamentos degradantes. Não é um projeto punitivo. Ele é educativo.
Tenho trabalhado muito para defender os direitos e garantir um futuro melhor a nossas crianças e adolescentes.
Agradeço por ler meu blog!
Espero tê-lo sempre por aqui!
Um abraço!
Teresa Surita
rogerio .silva disse:
21 de abril de 2012 em 12:15 (UTC -4)
Ola deputada , tenho visto que muitos dos brasileiros, igual eu , tenham comentado neste saite mas a senhora responde com resposta muito evasivas,apenas defendendo o seu progeto de lei,sei que tem que defeder a sua lei mais do que tudo ,nós não somos contra defender nossa crianças, so pedi pra rever certos progetos , pois essas leis, tem tirado as autoridades dos pais de familia, que estão perdendo seus filhos , quero que senhora veja um fato que aconteceu em Colider MT com adolescentes , o delegado desabafou , mas a juiza tinha razão dentro da lei. O fato que aconteceu em Mato Grosso do Sul , com o pai que bateu naquela criança, sim ele estrapolou , pois realmente não é assim que se corrigi uma criança , o que peço é que para os nossos parlamentares , rever certas leis,pois quando nossas crianças caem no mundo da criminalidade o estado não fazem nada pra ajudar pelo contrario ,jogam de um lado pra outro.
Teresa Surita disse:
21 de abril de 2012 em 20:44 (UTC -4)
Rogério,
compartilho sua preocupação e afirmo que o projeto de lei que relatei e que é de autoria do Poder Executivo (não minha),conforme texto que propus e foi aprovado, visa atender justamente os pontos que você coloca: criar mecanismos para apoiar e atender às famílias, evitando que as violências aconteçam, educando para que as famílias conheçam formas não violentas de educar e disciplinar; e também de enxergar os agressores como pessoas que precisam de ajuda, de tratamento. Isso tudo, criando alternativas para a criminalização dos agressores, que deixará de ser a única opção.
Sugiro que leia bem a proposta e não se baseia apenas nas rápidas notícias e comentários que aparecem em todos os lugares. Tenho uma grande experiência na condução de programas públicos de combate à violência entre jovens, felizmente bem sucedidos, e sei que é importantíssimo fortalecer os vínculos familiares. Não apoiaria em uma lei que negasse isso!
Abraço,
Teresa Surita
wildemir disse:
4 de outubro de 2012 em 8:57 (UTC -4)
Olá prefeita gostaria de sabe se você é contra ou afavor da distribuição do kit-gay nas escola?
Teresa Surita disse:
12 de outubro de 2012 em 15:34 (UTC -4)
Sou contra. Essa foi uma mentira inventada pelos meus adversários. O kit anti-homofobia foi criado pelo Ministério da Educação para orientar professores do ensino médio sobre como abordar o tema da homoafetividade com alunos do segundo grau. O município tem apenas escolar de ensino fundamental e infantil, ou seja, além de eu ser contra não há possibilidade de que haja distribuição a alunos. Essa conversa foi apenas mais uma maldade de campanha e tentativa de manipular o eleitor evangélico. Essa atitude lamentável foi felizmente rejeitada nas urnas. Abraço, Teresa Surita.
wildemir disse:
16 de outubro de 2012 em 12:49 (UTC -4)
obrigado!!tenha um bom mandato..
Equipe Blog disse:
16 de outubro de 2012 em 15:12 (UTC -4)
Abraço! Visite sempre o blog teresasurita.com!